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domingo, 7 de junho de 2015

Champions League - Juventus 1 x 3 Barcelona (Final)



Marcha no Marcador
4' - 0x1 (Ivan Rakitic)
55' - 1x1 (Álvaro Morata)
68' - 1x2 (Luis Suárez)
97' - 1x3 (Neymar)

1ª Parte
Sem esperar grandes surpresas na forma de jogar do Barcelona, confirmou-se a sua estratégia, que é transversal a todos os jogos que realizam. Ataque posicional, com muita posse de bola e uma forte pressão no processo defensivo. Com bola, por força do sistema tático da Juventus que colocava muitos jogadores no corredor central, o Barcelona tentou sempre lateralizar o jogo, mudando várias vezes a bola de corredor de forma a abrir a estrutura defensiva da Juventus. O losango italiano rapidamente se transformava numa linha de 4 no processo defensivo, com Vidal a colocar-se ao lado de Pirlo e com os interiores Pogba e Marchisio a defenderem as respectivas alas. Apesar disso, havia a preocupação da Juventus em pressionar muito forte tanto a saída de bola pelo guarda-redes como nas transições defensivas, o que chegou a criar alguns problemas no início do jogo ao Barcelona. Morata e Tevez também desciam muito no processo defensivo mas não entravam na sua linha de meio campo, mantendo sempre duas opções viáveis para o contra-ataque (método de jogo preferencial da Juventus na primeira parte), onde Morata caia muitas vezes nas costas de Daniel Alves para receber bolas em profundidade. Apesar do natural domínio de jogo do Barcelona e do golo em fasi inicial do jogo, as oportunidades dividiram-se e a Juventus nunca esteve longe do golo. Ainda assim, eles puderam contar com uma grande exibição de Buffon que salvou por várias vezes a sua equipa de sofrer o 2º golo.

2ª Parte
Com o avançar do jogo e o natural desgaste de ambas as equipas, a Juventus conseguiu assumir mais o jogo e teve espaço para explorar o ataque posicional, com Pirlo a ter mais espaço para jogar. Aos 55' Morata faz o golo que mantém o jogo em aberto mas a vantagem durou apenas 13' com Suárez a voltar a colocar a sua equipa em vantagem. O Barcelona conseguiu sempre criar perigo nas transições ofensivas, não se limitando apenas a controlar o ritmo do jogo com bola e a Juventus nunca pode arriscar muito com o risco de o Barcelona a qualquer momento matar o jogo. Por várias vezes, o Barcelona conseguiu superioridade numérica numa transição ofensiva, com os 3 avançados e um médio centro a aparecerem sempre no último terço ofensivo. Ambos os treinadores optaram e refrescar a sua equipa com as primeiras substituições (Xavi podia controlar mais o jogo em vantagem no marcador e Pereyra poderia trazer mais alguma criatividade) mas a 10' do fim Allegri é obrigado a arriscar tirando um lateral e colocando um jogador mais ofensivo, com Luis Enrique a fazer o contrário (Mathieu por Rakitic). Logo depois de Pedro entrar por Suárez, Neymar acaba com o jogo em mais uma transição ofensiva do Barcelona.

Substituições
78' - Entra Xavi para o lugar de Andrés Iniesta. Troca direta.
79' - Entra Roberto Pereyra para o lugar de Arturo Vidal. Troca direta.
85' - Entra Fernando Llorente para o lugar de Álvaro Morata. Troca direta.
89' - Entra Kingsley Coman para o lugar de Patrice Evra. Passam a jogar em 3-5-2 com Lichtsteiner a completar o trio de centrais, Pogba fica na esquerda e Marchisio na direita com Coman a completar o trio de meio campo.
91' - Entra Jérémy Mathieu para o lugar de Ivan Rakitic. Troca direta.
96' - Entra Pedro Rodríguez para o lugar de Luis Suárez. Pedro fica na direita e Messi para para avançado.


Cartões Amarelos: Arturo Vidal (11'), Paul Pogba (41') e Luis Suárez (70').

sábado, 17 de setembro de 2011

Serie A - Inter x Roma (3ª Jornada)

Contexto
Ambas as equipas têm apenas um jogo realizado na Seria A e ambas as equipas perderam esse jogo. O Inter perdeu 4-3 com o Palermo e a Roma perdeu 2-1 com o Cagliari. Incluindo todas as competições oficiais, nenhuma destas equipas conseguiu ainda vencer nesta época.

1ª Parte
O Inter jogou em 1-3-5-2 com os centrais a abrirem muito em fase ofensiva e com os laterais Obi e Nagatomo a subirem bastante no terreno. Nas primeiras fases de construção era habitualmente Lúcio o central com mais liberdade para conduzir a bola. Forlán actuou basicamente como avançado recuado, tendo liberdade para se deslocar nos 3 corredores em função da localização da bola. Nas transições defensivas, Cambiasso era muitas vezes obrigado a compensar o desposicionamento de um dos centrais o que dava espaço à Roma no corredor central pois ficavam lá apenas Sneijder e Zanetti.
Na Roma é nítida a influência de Luis Enrique no modelo de jogo que tem vários princípios de jogo observados também no Barcelona. No sistema de 1-4-3-3, foi privilegiado o ataque posicional com os centrais a abrirem (De Rossi descia para a zona central para fazer a ligação entre os flancos), os laterais subiam bastante e os 3 avançados raramente defendiam. Kjaer subia bastante com bola de forma a criar desequilíbrios. Na fase defensiva, deram alguma liberdade ao Inter com os jogadores a pressionarem (quando o faziam) muitas vezes de forma isolada.

2ª Parte
Não houve mudanças no início da 2ª parte. O sistema de jogo do Inter fazia com que defendesse com muita gente, com os alas a descerem para fechar os corredores laterais mas defendiam quase todos atrás da linha da bola o que limitava as suas opções nas transições ofensivas porque tinha apenas os 2 jogadores mais ofensivos na frente. Com Milito em campo, este era o alvo preferencial no início das transições ofensivas, servindo depois Forlán ou Sneijder mas depois da saída de Milito deixou de haver uma solução padrão pois Zárate não é avançado para estar fixo na frente de ataque. A Roma passou a ter um maior domínio em termos de posse de bola mas não conseguiu criar muitas oportunidades. Nas transições defensivas deixavam muito desguarnecidos os corredores laterais mas essas zonas raramente foram exploradas pelo Inter e portanto o controlo de jogo ia ficando cada vez mais marcado.

Jogadores-Chave
No Inter não houve grandes evidências, ainda assim Forlán teve os seus momentos no ataque, também os alas Nagatomo e Jonathan (ambos do lado direito) conseguiram criar algumas situações, muito por culpa da permeabilidade da equipa da Roma nos corredores laterais do seu sector defensivo.
Na Roma, Pablo Osvaldo foi bastante desequilibrador no ataque mostrando uma grande mobilidade. Simon Kjaer esteve bem na fase defensiva e também soube iniciar o ataque através de movimentações ofensivas para criar desequilíbrios.

Substituições
17' - Entra Bogdan Lobont para o lugar de Maarten Stekelenbur. Troca directa devido a lesão.
58' - Entra Mauro Zárate para o lugar de Diego Milito. Troca directa entrando um jogador mais móvel.
58' - Entra Fernando Gago para o lugar de David Pizarro. Troca directa.
61' - Entra Jonathan para o lugar de Joel Obi. Nagatomo passa para o lado esquerdo e Jonathan fica do lado direito.
77' - Entra Marco Borriello para o lugar de Fabio Borini. Troca directa.
78' - Entra Sulley Muntari para o lugar de Diego Forlán. Muntari fica a jogar no meio campo, sendo que aparece muitas vezes na zona de finalização e Sneijder avança ligeiramente no terreno para actuar como número 10. 

Golos
(Não houve.)

Inter
1 - Júlio César
4 - Javier Zanetti
6 - Lúcio
9 - Diego Forlán (77 - Sulley Muntari)
10 - Wesley Sneijder
19 - Esteban Cambiasso
20 - Joel Obi (42 - Jonathan)
22 - Diego Milito (28 - Mauro Zárate)
23 - Andrea Ranocchia
25 - Walter Samuel
55 - Yuto Nagatomo

Roma
24 - Maarten Stekelenburg (1 - Bogdan Lobont)
7 - David Pizarro (19 - Fernando Gago)
9 - Pablo Osvaldo
10 - Francesco Totti
11 - Rodrigo Taddei
15 - Miralem Pjanic
16 - Daniele De Rossi
20 - Simone Perrota
29 - Nicolás Burdisso
31 - Fabio Borini (22 - Marco Borriello)
44 - Simon Kjaer

Cartões Amarelos: Lúcio (15') e Simon Kjaer (82')

Assistência: 58000 (Giuseppe Meazza)

Clima: Chuva (20ºC)