Mostrar mensagens com a etiqueta Franky Vercauteren. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Franky Vercauteren. Mostrar todas as mensagens

sábado, 5 de janeiro de 2013

Liga Zon Sagres - Sporting x Paços de Ferreira (13ª Jornada)


1ª Parte
O Sporting jogou em ataque posicional, acelerando sempre o jogo quando a bola chegava aos extremos ou quando os laterais faziam overlaps no corredor lateral. Notou-se alguma preocupação em fechar as linhas de passe para Josué (apesar do mesmo ter feito a assistência para o golo). Pranjic era o médio interior que mais subia no terreno, principalmente para pressionar o adversário embora o Sporting não tenha jogado com o bloco alto, pressionando sempre perto da linha do meio campo. O jogo passava muito pelos corredores laterais onde conseguiram criar mais espaços.
O Paços de Ferreira também jogou em ataque posicional, resistindo à tentação de chegar depressa ao último terço ofensivo. O duplo pivot teve uma tarefa muito importante na circulação da bola apoiando sempre a linha defensiva. Apesar do golo, foram pouco eficientes no processo ofensivo criando poucas oportunidades. Defensivamente pressionavam alto com Angulo e Josué a incomodarem bastante a linha defensiva adversária mas o setor defensivo e médio recuava até ao meio campo com os extremos a descerem para ajudarem os laterais.

2ª Parte
Sem alterações de ambas as equipas ao intervalo, o Paços de Ferreira desceu ligeiramente as linhas e começou a valorizar mais os momentos de transição ofensiva, dando prioridade ao processo defensivo para segurar a vantagem. O Sporting foi tendo um maior controlo do jogo e levou a bola para perto da baliza adversária mais vezes sem ter conseguido criar uma oportunidade clara de golo. A entrada de Carrillo foi dar mais algum virtuosismo e imprevisibilidade ao ataque mas a saída de Adrian significou a perda do médio centro com maior capacidade de desequilíbrio, quando lhe é dada essa liberdade. 

Jogadores-Chave
O Josué terá sido um dos homens do jogo após ter feito uma grande assistência para o único golo e por toda a dinâmica que dava ao ataque do Paços de Ferreira quando tinha a bola nos pés.

Marcha no Marcador
45' - 0x1 (Paolo Hurtado)

Substituições
62' - Entra Cícero para o lugar de Vinicio Angulo. Troca direta.
64' - Entra André Carrillo para o lugar de Jeffrén. Troca direta.
71' - Entra Valentín Viola para o lugar de Adrien Silva. Passam a jogar em 1-4-4-2 com Viola a ser o segundo ponta de lança e Rinaudo a jogar ao lado de Pranjic.
73' - Entra Vítor Silva para o lugar de Manuel José. Vítor fica a jogar na posição dez e Josué passa para extremo direito.
89' - Entra Ricardo Esgaio para o lugar de Cédric Soares. Troca direta.
92' - Entra Caetano para o lugar de Josué. Troca direta.


Árbitro: Rui Silva

Cartões Amarelos: Tiago Valente (41'), Josué (51'), André Leão (79') e Cássio (93').

Assistência: 20613 (Estádio José Alvalade)

Clima: Céu nublado (14ºC)

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Liga Zon Sagres - Sporting x Benfica (11ª Jornada)

1ª Parte
Ofensivamente, o Sporting tentou vários passes de rutura para os seus extremos ou para as diagonais de Wolfswinkel, com a bola a ser quase sempre direcionada para as costas dos laterais do Benfica (corredores laterais). Jogaram assim em ataque rápido e contra-ataque sempre que era possível. Em ataque posicional tiveram dificuldades em encontrar espaços para progredir no terreno. Sem bola, exceptuando a grande pressão nos minutos iniciais, optaram por defender no seu próprio meio campo, fechando muito bem o corredor central e orientando sempre o jogo ofensivo do Benfica para os corredores laterais. Wolfswinkel era o único jogador que não participava no processo defensivo, mesmo quando a bola passava na sua zona de ação. De notar também que à excepção dos três avançados, toda a equipa era lenta a reagir nas transições ofensivas, demorando a dar linhas de passe viáveis para acelerar o jogo através do jogo apoiado.
O jogo do Benfica era relativamente simples, as movimentações dos seus jogadores nem por isso. Atacaram quase sempre em ataque posicional, procurando constantemente os corredores laterais para conseguir espaço para cruzar para a área onde estavam os dois pontas de lança. Posicionalmente, os laterais subiam muito no terreno o que fazia com que os extremos procurassem espaços interiores e que Matic tivesse de descer para entre os centrais para assegurar sempre uma linha de passe de recurso para os mesmos e consolidar a circulação de bola no setor defensivo. Lima também desceu muitas vezes para o meio campo de forma a auxiliar André Gomes que era o único médio centro a atuar no seu espaço. Teoricamente o Benfica teria sempre uma enorme inferioridade numérica nesta zona devido ao seu sistema tático, no entanto estas movimentações interiores dos extremos (ou dos laterais caso os extremos ficassem no corredor lateral) e a descida de Lima asseguraram que conseguissem sempre progredir no terreno através do jogo apoiado e criassem superioridade numérica nos corredores laterais para ganharem espaço para o cruzamento (laterais apoiavam muito os extremos). Sem bola foram muito pressionantes tentando recuperá-la assim que possível.

2ª Parte
Com a primeira substituição a acontecer aos 70' e forçada pela lesão de Carrillo, não houve grandes mudanças na forma de jogar das equipas, apesar do Sporting ter perdido algum poder ofensivo, provavelmente pelo desgaste dos seus jogadores do ataque. Com o golo do empate a acontecer depois de mais um cruzamento do corredor lateral, o momento que marca o jogo tem de ser a expulsão de Boulahrouz ao cortar com a mão uma bola que ia para o golo. Cardozo ao marcar o penalti, coloca o Benfica a jogar em vantagem numérica contra uma equipa que estava a jogar em contra-ataque e a 'permitir' o domínio do adversário. Para além de ter colocado um central para equilibrar a linha defensiva, Vercauteren refrescou o corredor lateral com a entrada de Izmailov de forma a tentar ainda potenciar a estratégia inicial sem correr grandes riscos defensivos mas mais um golo de Cardozo através de um livre indireto sentenciou o jogo.

Jogadores-Chave
No Sporting, Diego Capel foi sempre muito perigoso nas ações de 1x1 e criou vários desequilíbrios no ataque. 
No Benfica, Lima foi claramente dos melhores jogadores em campo tendo sido muito inteligente na ocupação de espaços e eficaz nas ações ofensivas e defensivas.

Marcha no Marcador
30' - 1x0 (Ricky van Wolfswinkel)
58' - 1x1 (Marcos Rojo) auto-golo
81' - 1x2 (Óscar Cardozo)
86' - 1x3 (Óscar Cardozo)

Substituições
70' - Entra Valentín Viola para o lugar de André Carrillo. Troca direta com Carrillo a sair com problemas físicos.
82' - Entra Nicolás Gaitán para o lugar de Ola John. Troca direta.
83' - Entra Xandão para o lugar de Elias. Com menos um jogador, passam a jogar em 1-4-4-1 com Xandão a ficar como central e Pranjic fica no meio com Rinaudo.
87' - Entra Marat Izmailov para o lugar de Diego Capel. Troca direta.
87' - Entra André Almeida para o lugar de Eduardo Salvio. Troca direta.
91' - Entra Rodrigo para o lugar de Óscar Cardozo. Troca direta.


Árbitro: Marco Ferreira

Cartões Amarelos: Maxi Pereira (20'), Nemanja Matic (45'), André Carrillo (69'), Fito Rinaudo (84') e Marcos Rojo (88').

Cartão Vermelho: Khalid Boulahrouz (80').

Assistência: 35114 (Estádio José Alvalade)

Clima: Céu limpo (10ºC)