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sábado, 24 de maio de 2014

Champions League - Real Madrid 4 x 1 Atlético Madrid (Final)


Marcha no Marcador
36' - 0x1 (Diego Godín)
90'+3 - 1x1 (Sergio Ramos)
110' - 2x1 (Gareth Bale)
118' - 3x1 (Marcelo)
120' - 4x1 (Cristiano Ronaldo)

1ª Parte
O Real Madrid, apesar de ser uma equipa temível no contra-ataque, jogou predominantemente em ataque posicional uma vez que o Atlético não deu espaços nas suas costas para que a equipa de Ancelotti  aproveitasse. Atacaram muito pelos corredores, principalmente pelo esquerdo de onde Ronaldo saia para o meio deixando o espaço aberto para Di María explorar (terá jogado mais tempo no corredor lateral que no centro). O Atlético de Madrid não teve problemas em ter a bola em sua posse e jogou em ataque posicional por várias vezes. As dúvidas sobre a condição física de Diego Costa ficaram dissolvidas logo aos 9' quando o mesmo teve de sair lesionado e assim saiu a principal referência do habitual jogo mais direto do Atlético, tornando o contra-ataque menos viável do que seria com o ponta de lança em campo. Quando organizados defensivamente, eram muito agressivos a pressionar quando havia condições para tal e fizeram o Real Madrid trabalhar bastante para conseguir manter a bola. Esta pressão acontecia principalmente nos corredores laterais onde tentavam dar o mínimo de espaço possível para que o Real não conseguisse criar perigo daquela zona. O golo do Atlético acabou por nascer de uma bola parada.

2ª Parte
O Atlético de Madrid começou inevitavelmente a descer as suas linhas, estando a meio da segunda parte já a defender em 4-5-1 com Adrián a descer para fechar no corredor esquerdo e Koke a passar para uma zona mais central, ficando Villa sozinho na frente. Aos 60' Calo Ancelotti arrisca e muda o sistema para 4-4-2 com Di María no lado esquerdo, Bale no direito e Ronaldo no ataque com Benzema. Marcelo veio dar outra dinâmica e eficiência. Esta mudança de sistema acabou por dar mais alguma posse de bola aos adversários uma vez que tinham agora igualdade numérica no meio campo mas ao Atlético cada vez menos interessava a controlar o jogo com bola e cedeu livremente a iniciativa do jogo, controlando o espaço e tempo dos adversários através da ocupação do seu espaço defensivo. Quando o tempo estava quase no final, Sergio Ramos finaliza um cruzamento na sequência de uma bola parada e o Real Madrid consegue o empate nos momentos finais do jogo.

Prolongamento
O Real Madrid volta ao seu sistema de 4-3-3 e apesar de vários jogadores em dificuldades físicas (de ambos os lados) é o Real que parece procurar mais a vitória, dinamizados por Marcelo que foi sempre muito ativo no processo ofensivo. Na segunda parte do prolongamento, Bale faz uma recarga para o golo depois de um grande trabalho de Di María e já se adivinhavam muitas dificuldades para o Atlético conseguir reagir, uma vez que nunca pareceram uma equipa perto do golo em todo o prolongamento. Perto do fim do jogo, já com a equipa de Simeone a arriscar tudo, com jogo direto e muitas unidades na frente, é Marcelo a matar o jogo ao finalizar uma iniciativa individual com um remate à entrada da área, com Courtois a não ficar isento de culpas. No último minuto o Real Madrid ainda beneficia de um penalti que foi aproveitado para Ronaldo aumentar ainda mais o seu record de golos marcados nesta competição.

Substituições
9' - Entra Adrián López para o lugar de Diego Costa. Troca direta com Diego Costa a sair lesionado.
59' - Entram Marcelo e Isco para os lugares de Fábio Coentrão e Khedira. Passam a jogar em 4-4-2 com Marcelo a lateral esquerdo, Isco a médio centro com Modric, Di María a ala esquerdo e Ronaldo no ataque com Benzema.
66' - Entra José Sosa para o lugar de Raúl García. Troca direta.
79' - Entra Álvaro Morata para o lugar de Karim Benzema.
83' - Entra Toby Alderweireld para o lugar de Filipe Luís. Troca direta com Filipe Luís a sair lesionado.


Árbitro: Björn Kuipers (Holanda)

Cartões Amarelos: Raúl García (27'), Sergio Ramos (27'), Sami Khedira (45'+1), João Miranda (53'), Juanfran (74'), Koke (86'), Gabi (100'), Marcelo (118'), Cristiano Ronaldo (121') e Raphaël Varane (123').

Assistência: 60.966 (Estádio Sport Lisboa e Benfica)

Clima: Céu pouco nublado (17ºC)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Liga BBVA - Barcelona x Atlético Madrid (16ª Jornada)


1ª Parte
O Barcelona jogou como habitualmente o faz, em ataque posicional, com os jogadores em constantes movimentações para garantirem linhas de passe ao portador da bola, arriscando eventualmente alguns lançamentos longos para o ataque ou para o flanco contrário, aproveitando o posicionamento recuado do Atlético para conseguir uma grande percentagem de posse de bola e o controlo do jogo. Jogaram sempre a toda a largura, procurando preferencialmente os espaços interiores para conseguirem fazer passes de rutura ou combinações diretas de forma a ganharem espaço em zonas de finalização. Sem bola foram sempre pressionantes, não dando descanso a qualquer jogador adversário que tivesse a bola.
O Atlético Madrid teve duas abordagens diferentes sem bola. Em organização defensiva, defendia no seu próprio meio campo, com as duas linhas de quatro jogadores muito próximas e dando muito pouco espaço interior para o Barcelona explorar, tendo obrigado o adversário a rodar o jogo pela linha defensiva e pelos corredores laterais, sabendo que pouco perigo viria daí devido ao fraco poder aéreo do ataque do Barcelona. Diego Costa era o avançado mais recuado, ajudando frequentemente o seu meio campo na ocupação de espaços. Nas transições defensivas eram bastante pressionantes tentando antes de mais impedir qualquer contra-ataque adversário e também recuperar a bola em zonas mais adiantadas. Ofensivamente tentaram vários cruzamentos para a área aproveitando o bom jogo aéreo dos seus avançados e também vários passes de rutura para a velocidade de Falcao.

2ª Parte
Depois de Diego Simeone tirar Filipe Luís por lesão e Suárez por estar próximo de ver o segundo amarelo, coloca Tiago em campo para alterar o sistema de jogo. Curiosamente, a perder por 4-1, retira um avançado para colocar mais um médio (Tiago). Pode ter sido um sinal de conformismo para com o resultado mas o que é certo é que esta troca permitiu aumentar bastante a eficiência defensiva da equipa no corredor central, obrigando o Barcelona a lateralizar bastante o jogo, mantendo os adversários mais longe da sua baliza (o 4º golo nasceu de uma perda de bola de Godín). Também perdeu algum poder ofensivo, não tendo uma referência que ligasse a equipa para a 3ª fase de construção. Tito Vilanova foi alterando o posicionamento dos jogadores com as substituições mas sem nunca alterar o sistema ou o modelo de jogo, até porque tinha o controlo da partida e o resultado dificilmente iria fugir à sua equipa.

Jogadores-Chave
No Barcelona, Messi foi dos maiores destaques, não só pelos golos mas pelo seu posicionamento que dá sempre garantias ao Barcelona para manter a bola.
No Atlético Madrid, Falcao é claramente o jogador mais importante da equipa, com quase todas as ações ofensivas de maior perigo a terem-no como protagonista.

Marcha no Marcador
31' - 0x1 (Radamel Falcao)
36' - 1x1 (Adriano)
45' - 2x1 (Sergio Busquets)
57' - 3x1 (Lionel Messi)
88' - 4x1 (Lionel Messi)

Substituições
Int - Entra Cata Díaz para o lugar de Filipe Luís. Cata Diáz fica a jogar a lateral direito e Juanfran passa para o lado esquerdo. Filipe Luís saiu com problemas físicos.
56' - Entra Adrián López para o lugar de Mario Suárez. Koke passa para médio centro e Adrián fica a jogar a médio ala direito.
60' - Entra Tiago para o lugar de Diego Costa. Passam a jogar num 1-4-5-1 com Tiago a médio centro entre Koke e Gabi.
75' - Entra Thiago Alcântara para o lugar de Alexis Sánchez. Iniesta passa para extremo esquerdo e Thiago fica a jogar como médio centro.
80' - Entra David Villa para o lugar de Pedro Rodríguez. Iniesta passa para extremo direito e Villa fica a extremo esquerdo.
85' - Entra Daniel Alves para o lugar de Adriano. Troca direta com Adriano a sair com problemas físicos.


Árbitro: Pérez Lasa

Cartões Amarelos: Mario Suárez (47') e Thiago Alcântara (86').

Assistência: 86637 (Camp Nou)

Clima: Céu nublado (15ºC)

sábado, 1 de dezembro de 2012

Liga BBVA - Real Madrid x Atlético Madrid (14ª Jornada)


1ª Parte
O Real Madrid jogou em ataque posicional, atacando pelos três corredores de jogo com Di María a vir buscar o jogo atrás nas primeiras fases de construção do lado direito, com Khedira a procurar os atacantes pelo corredor central e Ronaldo a aproveitar as subidas de Coentrão no corredor para conseguir levar vantagem. Xabi Alonso também se mostrou perigoso a virar o jogo para o lado direito, procurando Di María em profundidade de forma a aproveitar a pouca velocidade do Cata Díaz. Defensivamente mostraram-se muito pressionantes tentando ganhar a bola em zonas avançadas.
O Atlético Madrid jogou de forma defensiva e conservadora, com duas linhas de quatro jogadores muito compacta onde os médios ala do lado contrário da bola fechavam dentro de forma a contrariar a habitual inferioridade numérica no meio campo, característica do 1-4-4-2 clássico. Tentaram vários contra-ataques e ataques rápidos jogando diretamente nos pontas de lança que descaiam algumas vezes nos corredores laterais para receber a bola em profundidade ou jogando para a subida dos médios ala.

2ª Parte
O Real Madrid conseguiu aumentar a vantagem antes que houvesse qualquer mudança no jogo. O Atlético ia subindo no jogo e abrindo espaços na sua defesa, algo que foi bem aproveitado pelo Real. Simeone enfrentava um dilema entre manter tudo como estava, assegurando alguma consistência defensiva e esperando marcar em contra ataque, algo que parecia pouco provável, ou colocar mais jogadores na frente de ataque e arriscar as transições ofensivas do Real Madrid que já como estavam, iam criando muito perigo à baliza de Courtois. Para além da já esperada entrada de Adrián, Simeone colocava Raúl García por Turan, ocupando a mesma posição mais jogando muito mais interior, abrindo espaço para Juanfran atacar pelo corredor direito. Apesar disso, José Mourinho nunca pareceu perto de perder o jogo e conseguiu ainda assim gerir a sua equipa sem comprometer o jogo.

Jogadores-Chave
No Real Madrid, Cristiano Ronaldo e Özil foram os jogadores em destaque pela influência direta no resultado e pelo perigo a nível ofensivo que criaram. O primeiro também pela sua ação defensiva.
No Atlético Madrid, Falcao voltou a mostrar-se muito perigoso nas raras oportunidades que teve.

Marcha no Marcador
16' - 1x0 (Cristiano Ronaldo)
66' - 2x0 (Mesut Özil)

Substituições
70' - Entra José Callejón para o lugar de Ángel Di María. Troca direta.
73' - Entra Tiago para o lugar de Gabi. Troca direta.
73' - Entra Adrián López para o lugar de Koke. Troca direta.
78' - Entra Raúl García para o lugar de Arda Turan. Troca direta.
88' - Entra Luka Modric para o lugar de Mesut Özil. Troca direta.
92' - Entra José Rodríguez para o lugar de Karim Benzema. Troca direta.


Árbitro: Alberto Undiano

Cartões Amarelos: Arda Turan (15'), Sami Khedira (24'), Juanfran (60'), João Miranda (74'), Mario Suárez (79') e Falcao (85').

Assistência: 79000 (Santiago Bernabéu)

Clima: Céu limpo (4ºC)

sábado, 1 de setembro de 2012

UEFA Super Cup - Chelsea x Atlético Madrid

1ª Parte
O Chelsea, habituado a dar a iniciativa de jogo ao adversário, jogou em ataque posicional, muito por culpa da acção defensiva do adversário. Não conseguiram criar muito perigo porque tiveram sempre pouco espaço para explorar entrelinhas no meio campo adversário. Sem bola, defenderam no seu próprio meio campo sem grande pressão ao portador da bola, jogando com as linhas próximas.
O Atlético Madrid apostou mais no contra-ataque e ataque rápido. Talvez por isso tenha defendido tão atrás no campo, tentando cortar o espaço ao Chelsea. Apesar de preferirem uma forma de atacar mais vertiginosa, atacaram muitas vezes em ataque posicional, pois a equipa adversária não deu muitos espaços para contra-ataques. Sem bola, também defenderam no seu próprio meio campo, tentando atrair as linhas do adversário de forma a explorar da melhor maneira as costas da defesa adversária.

2ª Parte
Com o resultado em 0x3, não eram previstas grande alterações no marcador e o Atlético Madrid nunca pareceu estar perto sequer de ter a sua vantagem ameaçada. Não houve grandes pontos de interesse nas alterações, com o Chelsea a colocar juventude no campo (ou para dar-lhes experiência numa oportunidade que não se repete muitas vezes ou para tentar usar a sua irreverência para alterar o rumo do jogo). O Atlético não fez mais que gerir os seus jogadores uma vez que o resultado estava feito.

Jogadores-Chave
No Chelsea não houve grandes destaques individuais.
No Atlético de Madrid temos de referir Falcao que fez um exibição surpreendente e acabou com três golos marcados.

Marcha no Marcador
9' - 0x1 (Falcao)
19' - 0x2 (Falcao)
45' - 0x3 (Falcao)
60' - 0x4 (João Miranda)
75' - 1x4 (Gary Cahill)

Substituições
Int - Entra Oscar para o lugar de Ramires. Oscar fica a jogar a extremo esquerdo e Mata passa para o lado direito.
56' - Entra Cristian Rodríguez para o lugar de Adrián López. Troca directa.
81' - Entra Raúl García para o lugar de Koke. Troca directa.
82' - Entra Daniel Sturridge para o lugar de Juan Mata. Troca directa.
87' - Entra Emre Belözuglu para o lugar de Falcao. Troca directa.
90' - Entra Ryan Bertrand para o lugar de Ashley Cole. Troca directa.


Árbitro: Damir Skomina (Eslovénia)

Cartões Amarelos: Branislav Ivanovic (29').

Assistência: 14312 (Louis II)

Clima: Céu nublado (19ºC)

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Europa League - Atlético Madrid x Athletic Bilbao (Final)

1ª Parte
O Atlético Madrid jogou claramente em contra-ataque, apostando nestas situações sempre que possível. A primeira referência no ataque era Falcao que segurava a bola, conduzindo-a o mais possível para a frente, enquanto Diego e os extremos iam subindo no terreno, sendo que Adrián e Turan tinham responsabilidades defensivas e durante a fase defensiva adoptavam posições muito recuadas. Sem bola, jogavam fechados no seu meio campo, com apenas Falcao e Diego mais avançados. Quando a bola estava na linha defensiva do Bilbao, havia uma preocupação em dificultar a circulação de bola com Falcao a cortar a linha de passe entre os centrais, Diego e cortar linhas de passe interiores e os extremos a pressionarem os laterais. Esta pressão no corredor lateral não se verificava quando eram os centrais do Bilbao com bola nessas zonas, com os extremos do Atlético Madrid preocupados principalmente com os laterais adversários.
O Ahtletic Bilbao jogou como de costume, utilizando o ataque posicional com um jogo muito apoiado, jogando ocasionalmente directo com vários deslocamentos ofensivos dos médios interiores, extremos e laterais de forma a encontrar espaços para receber a bola em profundidade. Na 2ª fase de construção, os centrais abriam nos corredores laterais. O facto de o adversário não dar espaço aos laterais para receberem passes curtos, fez com que estes procurassem receber bolas em profundidade e foram os médios centro os principais jogadores nas transição da bola para o último terço.

2ª Parte
Bielsa foi o único treinador a fazer substtuições ao intervalo e apesar de não alterar o sistema táctico, fez algumas adaptações (já normais no Athletic) e tornou a equipa mais ofensiva. Colocou um médio centro a lateral esquerdo e Muniain passou para médio centro, sendo que este sector ganha mais velocidade e capacidade de penetração. Aos 63', com a entrada de Toquero, o Athletic aposta mais no jogo directo com Toquero, no processo ofensivo, subia para o último terço para ajudar Llorente no jogo aéreo. O Bilbao ainda conseguiu algumas boas oportunidades mas o Atlético de Madrid jogou muito recuado e Courtois mostrou-se muito importante ao ganhar muitas bolas colocadas na área. O Atlético Madrid nunca alterou o seu sistema e as substituições que fez foi apenas para refrescar o flanco direito e depois para queimar tempo, com duas alterações já para lá dos 90'.

Jogadores-Chave
No Atlético Madrid, o melhor jogador foi claramente Falcao que se mostrou muito eficaz dentro da área.
No Athletic Bilbao, Muniain foi incansável nas suas movimentações e conseguiu algumas vezes criar espaços no ataque.

Golos
7' - Diego lança Falcao em profundidade e este, já dentro da área descaído para o lado direito, trabalha bem a bola tirando o adversário do caminho e remata em arco ao 2º poste com a bola a entrar no ângulo.
34' - Depois de uma bola ganha pelo Atlético Madrid à entrada da área, Turan recebe a bola e correndo na direcção da linha de fundo, passa para Falcao que após uma simulação consegue espaço para rematar para o golo.
85' - Diego recebeu a bola no corredor central, evitou Toquero, driblou Amorebieta já dentro da área e rematou cruzado com o pé esquerdo para fazer o golo.

Substituições
Int - Entra Iñigo Pérez para o lugar de Ander Iturraspe. Iñigo Troca directa.
Int - Entra Ibai Gómez para o lugar de Jon Autenetxe. Ibai Gómez vai para extremo esquerdo com Muniain e jogar a interior direito, Herrera a interior esquerdo e De Marcos a lateral esquerdo.
63' -  Entra Gaizka Toquero para o lugar de Ander Herrera. Troca directa.
88' - Entra Salvio para o lugar de Adrián López. Troca directa.
90' - Entra Koke para o lugar de Diego. Troca directa.
90' + 3 - Entra Álvaro Domínguez para o lugar de Arda Turan. Troca directa.

Atlético Madrid
13 - Thibaut Courtois
2 - Diego Godín
4 - Mario Suárez
6 - Filipe Luís
7 - Adrián López (8 - Salvio)
9 - Falcao
11 - Arda Turan (18 - Álvaro Domínguez)
14 - Gabi
20 - Juanfran
22 - Diego (19 - Koke)
23 - Miranda

Athletic Bilbao
1 - Gorka Iraizoz
3 - Jon Autenetxe (28 - Ibai Gómez)
5 - Fernando Amorebieta
8 - Ander Iturraspe (17 - Iñigo Pérez)
9 - Fernando Llorente
10 - Óscar De Marcos
14 - Markel Susaeta
15 - Andoni Iraola
19 - Iker Muniain
21 - Ander Herrera (2 - Gaizka Toquero)
24 - Javi Martínez

Cartões Amarelos: Ander Herrera (22'), Falcao (26'), Fernando Amorebieta (65'), Iñigo Pérez (75') e Markel Susaeta (90'+1).

Assistência: 52347 (National Arena - Bucareste)

Clima: Céu nublado (15ºC)