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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Liga Europa - Benfica 1 x 2 Chelsea (Final)


Marcha no Marcador
59' - 0x1 (Fernando Torres)
68' - 1x1 (Óscar Cardozo)
93' - 1x2 (Branislav Ivanovic)

1ª Parte
O Benfica jogou em ataque posicional, fazendo uso de várias combinações entre os seus jogadores para fixar os jogadores adversários, preferencialmente no corredor central, para depois abrirem o jogo para os corredores laterais onde os extremos ou laterais aparecem para cruzar a bola para o interior da área. Existiram vários factores que influenciaram a eficiência da posse da bola do Benfica, um deles foi a ação de Rodrigo que ao descer no terreno, dividia a marcação de David Luiz e Lampard que para marcar Rodrigo libertavam invariavelmente um dos médios centro. O Chelsea jogou em contra-ataque, mantendo sempre as linhas recuadas no processo defensivo de forma a terem mais espaço no meio campo adversário para poder explorar as transições ofensivas. No geral, o Benfica acabou por dominar o primeiro tempo e teve várias oportunidades para rematar em zona de finalização, perdendo consecutivas oportunidades. O Chelsea conseguiu um remate perigoso mas pouco mais construiu e para isso contribuiu a excelente ação defensiva do Benfica que impediu quase sempre que a bola chegasse a Lampard, Mata e Oscar.

2ª Parte
O jogo manteve-se na mesma até ao golo do Chelsea (num contra-ataque lançado por Petr Cech). A partir daí, Jorge Jesus sentiu a necessidade de fazer alterações e colocou Lima por Rodrigo e Ola John por Melgarejo (que cometeu muitas falhas defensivas). Esta última troca fez com que Gaitán descesse para lateral e Rafael Benítez já estava ciente das dificuldades defensivas de Melgarejo com vários ataques a serem colocados em profundidade em Ramires, com Gaitán nessa posição, pode-se dizer que o Chelsea passou a atacar quase exclusivamente por aquele corredor, sempre solicitando a velocidade de Ramires. Através de uma grande penalidade, o Benfica empata o jogo e este mantém-se equilibrado e apenas um pontapé de canto finalizado por Ivanovic já nos descontos decidiu este jogo a favor do Chelsea. Benítez acabou por não fazer qualquer substituição, possivelmente esperando pelo prolongamento para as fazer (opção sensata dada a estratégia adoptada pela equipa, que estava sempre dependente da velocidade do ataque).

Substituições
66' - Entra Lima para o lugar de Rodrigo. Troca direta.
66' - Entra Ola John para o lugar de Melgarejo. Ola John fica como extremo esquerdo e Gaitán desce para lateral esquerdo.
78' - Entra Jardel para o lugar de Ezequiel Garay. Troca direta com Garay a sair lesionado.


Árbitro: Björn Kuipers (Holanda)

Cartões Amarelos: Oscar (14'), Ezequiel Garay (45'+1) e Luisão (61').

Assistência: 53000 (Amsterdam ArenA)

Clima: Pouco nublado (13ºC)

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Premier League - Chelsea 2 x 2 Tottenham (33ª Jornada)


Marcha no Marcador
11' - 1x0 (Oscar)
26' - 1x1 (Emmanuel Adebayor)
39' - 2x1 (Ramires)
80' - 2x2 (Gylfi Sigurdsson)

1ª Parte
Apesar de jogar em casa, o Chelsea não precisava de correr atrás do resultado uma vez que era o Tottenham que estava atrás na classificação. Defendeu assim com as linhas muito recuadas, no seu próprio meio campo, não fazendo uma pressão muito à frente, dando a iniciativa do jogo ao Tottenham. Esta postura mais sólida e conservadora dificultou a ação dos jogadores mais perigosos do Tottenham que eram os extremos Bale e Lennon que não encontraram espaços para explorar a sua velocidade, também permitia ganhar espaço no meio campo ofensivo para contra-atacar, com o Chelsea a colocar rapidamente 5 jogadores a participar nas transições ofensivas (muita disponibilidade de Ramires) onde também Fernando Torres teve um trabalho tático muito importante, caindo num dos corredores laterais para abrir espaços no meio para a entrada dos seus colegas. A maior força ofensiva do Chelsea residia na criatividade dos seus médios que se traduzia em várias movimentações de rutura e apoio. O Tottenham jogou em ataque posicional aproveitando a maior passividade do Chelsea a defender, para controlar a posse da bola mas mostrou sempre muitas dificuldades em ultrapassar a linha defensiva adversária para chegar à baliza de Cech, só conseguindo marcar com um golo fantástico de Adebayor num contra-ataque em que correu mais de 50 metros sem qualquer pressão de um adversário.

2ª Parte
O Chelsea pareceu subir um pouco as linhas mas as dificuldades do Tottenham mantiveram-se e a primeira substituição do jogo foi feita por André Villas-Boas que colocou um criativo num corredor, ficando agora com dois extremos (Bale do lado direito e Sigurdsson no lado esquerdo) com tendências para procurar o corredor central, tentando encontrar espaços através das combinações entre jogadores e não tanto na exploração do espaço nas costas da defesa. Foi uma alteração que acabou por trazer resultados práticos, com o golo a ser marcado por Sigurdsson que entrou no meio e rematou depois de uma combinação com Adebayor. A outra alteração do Tottenham, ainda antes do golo do empate, foi a retirada de Holtby que apareceu pouco no jogo, colocando Dempsey que será talvez mais ofensivo e mais experiente. Rafael Benítez trocou os extremos no que pareceu mais um acto de gestão do Chelsea, uma vez que ambos fizeram um grande jogo.

Substituições
62' - Entra Gylfi Sigurdsson para o lugar de Aaron Lennon. Bale passa para a ala direita e Sigurdsson fica no lado esquerdo.
70' - Entra Clint Dempsey para o lugar de Lewis Holtby. Troca direta.
73' - Entra Victor Moses para o lugar de Eden Hazard. Troca direta.
84' - Entra Yossi Benayoun para o lugar de Oscar. Troca direta.


Árbitro: Mike Dean

Cartões Amarelos: Jan Vertonghen (79'), Gareth Bale (87') e Ramires (92').

Assistência: 41581 (Stamford Bridge)

Clima: Céu nublado (13ºC)

domingo, 16 de dezembro de 2012

Campeonato do Mundo de Clubes 2012 - Corinthians x Chelsea (Final)


1ª Parte
O Corinthians tentou jogar quase sempre apoiado em ataque posicional, apesar da ação defensiva do Chelsea. Apesar de jogarem em 1-4-4-2, tentaram quase sempre afunilar o jogo, jogando nos corredores laterais apenas como recurso. Emerson era o avançado mais móvel, vindo muitas vezes até ao meio campo para ajudar na manutenção da posse da bola e descaindo várias vezes para o corredor esquerdo para dar solução nas transições. Nas situações de contra-ataque, eram poucas as bolas longas para as costas da defesa, com a equipa a preferir passes mais seguros pelo chão e procurar uma desmarcação já perto do último terço. Defensivamente foram pressionantes apenas no seu meio campo defensivo. Os médios ala do corredor contrário da bola fechavam bem no corredor central para colmatar a inferioridade numérica no setor intermédio, Emerson também descia por vezes para fechar a zona central.
O Chelsea foi muito pressionante em todo o terreno de jogo, tentando anular a forma de jogar apoiada do Corinthians. Acabaram por ser eficazes nesta estratégia, limitando muito a ação ofensiva da equipa adversária e mantendo-a relativamente longe da sua baliza. Apesar de jogarem em ataque posicional a toda a largura do campo, também tentaram vários lançamentos longos de contra-ataque procurando as costas da defesa adversária. Não tiveram um padrão de ataque alternando muito os métodos de jogo ofensivo.

2ª Parte
A única alteração tática no jogo aconteceu já depois do minuto 90 com Tite a colocar mais um central (tirando um ponta de lança). Estes segundos 45' acabaram por ser mais partidos e com mais oportunidades para ambas as equipas, com o Chelsea a ter as mais flagrantes mas a não aproveitar. Todas as substituições de Rafael Benítez foram trocas diretas e acabaram por não trazer muito ao jogo. 

Jogadores-Chave
No Corinthians, Cássio poderá ter sido o melhor jogador com defesas em lances de golo para o Chelsea.
No Chelsea não houve grandes destaques individuais apesar de a equipa não ter jogado tão mal quanto isso.

Marcha no Marcador
69' - 1x0 (Paolo Guerrero)

Substituições
72' - Entra Oscar para o lugar de Victor Moses. Troca direta.
82' - Entra César Azpilicueta para o lugar de Branislav Ivanovic. Troca direta.
86' - Entra Juan Manuel Martínez para o lugar de Paolo Guerrero. Troca direta.
86' - Entra Marko Marin para o lugar de Eden Hazard. Troca direta.
91' - Entra Wallace para o lugar de Emerson. Passam a jogar em 1-5-4-1 com Wallace a ser o terceiro central.


Árbitro: Cuneyt Cakir (Turquia)

Cartões Amarelos: Jorge Henrique (56') e David Luiz (72').

Cartão Vermelho: Gary Cahill (89').

Assistência: 68275 (International Stadium Yokohama)

Clima: Céu limpo (13ºC)