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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Liga Zon Sagres - Benfica 2 x 0 Porto (15ª Jornada)


Marcha no Marcador
13' - 1x0 (Rodrigo)
53' - 2x0 (Ezequiel Garay)

1ª Parte
Apesar dos sistemas táticos diferentes, viram-se abordagens a nível defensivo muito semelhantes no que diz respeito à pressão. O Benfica tentava dificultar ao máximo as primeiras fases de construção com Enzo a desempenhar um papel importante ao fechar a zona de Fernando, limitando sempre as opções da linha defensiva onde os centrais eram pressionados por Rodrigo e Lima. Do outro lado, o Porto pressionava alto a defesa do Benfica com Jackson e o extremo do lado da bola a subirem ao portador da bola, e um dos médios (mais Carlos Eduardo) a ajudar quando necessário, o extremo do lado contrário fechava por vezes em zonas interiores para assegurar a consistência do setor médio. Ofensivamente viu-se um Benfica mais vocacionado para as transições ofensivas, tentando tirar proveito da velocidade dos homens da frente para explorar o posicionamento ofensivo do Porto devido ao seu ataque posicional em que os laterais subiam no terreno. Acabou por ser uma primeira parte equilibrada com poucas oportunidades para ambos os lados em que o Benfica foi mais eficaz ao fazer o golo.

2ª Parte
Não se esperavam alterações do lado do Benfica e Paulo Fonseca decidiu deixar tudo na mesma depois do intervalo pelo que também não se verificaram alterações estratégicas muito grandes. O segundo golo nasce de um canto e logo aos 53', altura em que Paulo Fonseca decide lançar em campo Quaresma, jogador que já era esperado por muitos ao intervalo mas que ainda mantinha muitas dúvidas acerca da sua forma. O jogo manteve-se sempre muito disputado e Josué ainda rendeu Lucho do lado do Porto mas as coisas complicaram-se bastante para a equipa de Paulo Fonseca com a expulsão de Danilo, com Varela a ficar responsável por todo o corredor direito e Quaresma a passar para o lado esquerdo. Por esta altura e dadas as condicionantes, não se adivinhavam alterações no resultado e o jogo continuou sem grandes surpresas.

Substituições
53' - Entra Ricardo Quaresma para o lugar de Licá. Quaresma vai para o lado direito e Varela passa para extremo esquerdo.
70' - Entra Josué para o lugar de Lucho González. Troca direta.
84' - Entra Jardel para o lugar de Ezequiel Garay. Troca direta.
86' - Entra Rúben Amorim para o lugar de Rodrigo. Enzo Pérez passa para segundo avançado e Rúben Amorim completa o meio campo.


Arbitro: Artur Soares Dias

Cartões Amarelos: Jackson Martínez (57'), Ricardo Quaresma (58'), Nemanja Matic (59'), Danilo (61' e 75'), Lucho González (69'), Fernando (88') e Enzo Pérez (93').

Cartão Vermelho: Danilo (75').

Assistência: 62508 (Estádio Sport Lisboa e Benfica)

Clima: Chuva

sábado, 2 de novembro de 2013

Liga Zon Sagres - Belenenses 1 x 1 Porto (9ª Jornada)


Marcha no Marcador
30' - 0x1 (Eliaquim Mangala)
33' - 1x1 (João Pedro)

1ª Parte
O Belenenses era claramente o outsider para este jogo e jogou de acordo com o seu estatuto. Com duas linhas de quatro jogadores no processo defensivo, assumiram uma postura muito compacta, com os dois extremos a ajudarem bastante os seus laterais e com Tiago Silva e Diawara com a preocupação de fecharem as linhas de passe dos centrais para o corredor central (2ª fase de construção). Isto fez com que o Porto perdesse a sua unidade com maior capacidade de organização de jogo (Lucho) e também o espaço nos corredores centrais que habitualmente é muito explorado pelos laterais Danilo e Alex Sandro. O método ofensivo era claramente o contra-ataque, com a equipa a tentar colocar a bola o mais rápido possível nos corredores laterais do meio campo ofensivo. O Porto teve uma postura completamente oposta, jogando em ataque posicional apesar de ter tido muitas dificuldades em encontrar espaços para atacar devido ao posicionamento defensivo do Belenenses. Defensivamente foram sempre muito forte na pressão ao adversário, quer nas transições ofensivas (fundamental para anular o contra-ataque adversário), quer em organização defensiva, onde jogaram com um bloco alto que para além de dificultar a construção de jogo do Belenenses, anulou também a ameaça no jogo aéreo que poderia ser causada por Diawara. Os golos acabaram por ser o reflexo daquilo que foi o jogo com o Porto a marcar através de um livre indireto (não encontrou espaço para finalizar no jogo corrido) e o Belenenses a marcar após uma jogada de contra-ataque (apesar de beneficiarem de uma enorme falha de Mangala no centro da área).

2ª Parte
Era de esperar que o Porto começasse a subir ainda mais a sua equipa com vista à procura do golo para alterar um resultado que apenas interessava ao Belenenses. O primeiro treinador a fazer uma substituição foi Paulo Fonseca com uma troca direta no corredor direito mas foi Marco Paulo o primeiro treinador a alterar de alguma forma a estratégia da sua equipa com a colocação de Sturgeon no ataque apoiado por Fredy. Com Diawara na frente de ataque, o Belenenses podia contar com muitos lances aéreos ganhos e várias oportunidades por lugar por uma segunda bola mas talvez a prever a subida da equipa e um maior espaço nas costas dos centrais do Porto, talvez fosse a intenção de Marco Paulo colocar mais velocidade na frente de ataque para potenciar o contra-ataque, alterando o alvo dos mesmos dos corredores laterais para o central. Ainda assim, esta alteração empurrou Diawara para o corredor esquerdo, posição onde não rende e não mais fez que dar mais força defensiva a esse lado, um claro indicador que Marco Paulo tinha abandonado a ideia de atacar pelos corredores laterais. Aos 79' e já depois do Porto ter tido algumas boas oportunidades para fazer golo, Paulo Fonseca coloca a sua equipa a jogar com dois pontas de lança de raiz numa clara intenção de verticalizar o seu jogo ofensivo, uma vez que o Belenenses continuava muito bem organizado no seu processo defensivo. Logo de seguida, entra Fernando Ferreira no Belenenses para a posição dez, colocando a sua equipa menos incisiva ofensivamente mas mais consistente no meio campo. Com mais duas substituições que acabaram por não ser relevantes, o jogo não sofreu alterações no marcador até ao final.

Substituições
61' - Entra Licá para o lugar de Ricardo Pereira. Troca direta.
64' - Entra Fábio Sturgeon para o lugar de Tiago Silva. Sturgeon fica como ponta de lança, Fredy passa para a posição dez e Diawara vai para extremo esquerdo.
79' - Entra Nabil Ghilas para o lugar de Héctor Herrera. Passam a jogar em 1-4-2-4 com Ghilas a dividir a frente de ataque com Jackson e Lucho a jogar ao lado de Fernando no meio campo.
81' - Entra Fernando Ferreira para o lugar de João Pedro. Fernando Ferreira entra para a posição dez com Fredy a passar para o lado direito.
87' - Entra Carlos Eduardo para o lugar de Lucho González. Troca direta.
93' - Entra Arsénio para o lugar de Mamadou Diawara. Troca direta.


Árbitro: Manuel Mota

Cartões Amarelos: Filipe Ferreira (42'), Tiago Silva (44'), Mourtala Diakité (47'), Alex Sandro (50'), Eliaquim Mangala (85'), Fábio Sturgeon (89') e Mamadou Diawara (92').

Assistência: 9245 (Estádio do Restelo)

Clima: Céu nublado (17ºC)

sábado, 5 de janeiro de 2013

Liga Zon Sagres - Sporting x Paços de Ferreira (13ª Jornada)


1ª Parte
O Sporting jogou em ataque posicional, acelerando sempre o jogo quando a bola chegava aos extremos ou quando os laterais faziam overlaps no corredor lateral. Notou-se alguma preocupação em fechar as linhas de passe para Josué (apesar do mesmo ter feito a assistência para o golo). Pranjic era o médio interior que mais subia no terreno, principalmente para pressionar o adversário embora o Sporting não tenha jogado com o bloco alto, pressionando sempre perto da linha do meio campo. O jogo passava muito pelos corredores laterais onde conseguiram criar mais espaços.
O Paços de Ferreira também jogou em ataque posicional, resistindo à tentação de chegar depressa ao último terço ofensivo. O duplo pivot teve uma tarefa muito importante na circulação da bola apoiando sempre a linha defensiva. Apesar do golo, foram pouco eficientes no processo ofensivo criando poucas oportunidades. Defensivamente pressionavam alto com Angulo e Josué a incomodarem bastante a linha defensiva adversária mas o setor defensivo e médio recuava até ao meio campo com os extremos a descerem para ajudarem os laterais.

2ª Parte
Sem alterações de ambas as equipas ao intervalo, o Paços de Ferreira desceu ligeiramente as linhas e começou a valorizar mais os momentos de transição ofensiva, dando prioridade ao processo defensivo para segurar a vantagem. O Sporting foi tendo um maior controlo do jogo e levou a bola para perto da baliza adversária mais vezes sem ter conseguido criar uma oportunidade clara de golo. A entrada de Carrillo foi dar mais algum virtuosismo e imprevisibilidade ao ataque mas a saída de Adrian significou a perda do médio centro com maior capacidade de desequilíbrio, quando lhe é dada essa liberdade. 

Jogadores-Chave
O Josué terá sido um dos homens do jogo após ter feito uma grande assistência para o único golo e por toda a dinâmica que dava ao ataque do Paços de Ferreira quando tinha a bola nos pés.

Marcha no Marcador
45' - 0x1 (Paolo Hurtado)

Substituições
62' - Entra Cícero para o lugar de Vinicio Angulo. Troca direta.
64' - Entra André Carrillo para o lugar de Jeffrén. Troca direta.
71' - Entra Valentín Viola para o lugar de Adrien Silva. Passam a jogar em 1-4-4-2 com Viola a ser o segundo ponta de lança e Rinaudo a jogar ao lado de Pranjic.
73' - Entra Vítor Silva para o lugar de Manuel José. Vítor fica a jogar na posição dez e Josué passa para extremo direito.
89' - Entra Ricardo Esgaio para o lugar de Cédric Soares. Troca direta.
92' - Entra Caetano para o lugar de Josué. Troca direta.


Árbitro: Rui Silva

Cartões Amarelos: Tiago Valente (41'), Josué (51'), André Leão (79') e Cássio (93').

Assistência: 20613 (Estádio José Alvalade)

Clima: Céu nublado (14ºC)