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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Liga Zon Sagres - Porto 3 x 1 Braga (25ª Jornada)


Marcha no Marcador
22' - 0x1 (Alan)
37' - 1x1 (James Rodríguez)
83' - 2x1 (Kelvin)
86' - 3x1 (Kelvin)

1ª Parte
Foi um jogo entre duas equipas que assumiram estratégias completamente distintas. Por um lado, o Porto jogou em ataque posicional, assumindo o controlo do jogo do primeiro ao último minuto. Os médios e avançados mostraram uma grande mobilidade, com os interiores Moutinho e Lucho a trocarem várias vezes com os extremos que procuravam constantemente o jogo interior, também os laterais se envolveram muito no ataque, deixando apenas os dois centrais junto à linha do meio campo (estiveram sempre em superioridade numérica porque o Braga apenas deixava Mossoró no ataque). O Porto jogou a toda a largura e procurou sempre os espaços interiores apesar da dificuldade para o fazer devido à ação defensiva do Braga, que tinha uma linha defensiva de 4 jogadores mais uma linha média de 5 jogadores, que apresentaram uma distância intersetorial muito curta e sempre a procurar fechar o corredor central. O Braga defendeu sempre no seu próprio meio campo e apenas pressionava os jogadores adversários quando estes estavam dentro do bloco defensivo, permitindo aos adversários explorar o jogo exterior, tentando apenas fechar as linhas de passe para o corredor central. O jogo ofensivo do Braga resumia-se às suas ações de contra-ataque, onde os seus jogadores tentavam colocar a bola na frente imediatamente após a sua conquista. O Porto também foi sempre muito pressionante sem bola, não permitindo o Braga construir quando tinha oportunidade.
O Braga marcou numa das poucas oportunidades que teve para combinar junto à área adversária, com Alan a rematar de primeira para o golo. James marcou numa das poucas vezes que o Porto conseguiu ter a bola no corredor central em condições para rematar à baliza.

2ª Parte
Com a igualdade na partida, o jogo manteve-se com a mesma tendência, com o Braga a mostrar-se satisfeito com o empate e a defender muito bem o espaço interior, mantendo o Porto longe da baliza. Vítor Pereira, com a sua equipa a dominar claramente o jogo, fez a única coisa que podia fazer para tentar resolver o jogo que foi colocar dois desequilibrados nos corredores laterais para tentar encontrar mais espaços no corredor central, sendo que Kelvin acaba por decidir o jogo. A colocação de James atrás de Jackson acabou por atrair mais atenção por parte dos jogadores do Braga, abrindo mais espaços nos corredores laterais. José Peseiro refrescou a frente de ataque para manter em aberto a sua solução ofensiva, mudando apenas o sistema tático quando em desvantagem, colocando um criativo na posição dez e refrescando o corredor direito mas já era demasiado tarde para alterar o resultado.

Substituições
Int - Entra Abdoulaye para o lugar de Maicon. Troca direta com Maicon a sair lesionado.
62' - Entra Christian Atsu para o lugar de Steven Defour. Troca direta.
68' - Entra Carlão para o lugar de Mossoró. Troca direta.
76' - Entra Kelvin para o lugar de Lucho. Passam a jogar em 1-4-2-3-1 com Fernando e Moutinho a médios centro, James na posição dez e Kelvin a extremo direito.
86' - Entra Rúben Micael para o lugar de Hugo Viana. Passam a jogar em 1-4-2-3-1 com Rúben Micael a jogar na posição dez e Custódio a jogar a médio centro ao lado de Mauro.
90' - Entra Hélder Barbosa para o lugar de João Pedro. Troca direta.

Árbitro: Pedro Proença

Cartão Amarelo: Quim (67')

Assistência: 32000 (Estádio do Dragão)

Clima: Céu nublado (13ºC)

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Liga Zon Sagres - Braga x Vitória de Guimarães (20ª Jornada)


Marcha no Marcador
43' - 1x0 (Éder)
53' - 2x0 (Paulo Vinícius)
59' - 3x0 (Éder)
79' - 3x1 (Paulo Oliveira)
86' - 3x2 (Soudani)

1ª Parte
O Braga jogou predominantemente em ataque posicional, tentando manter o controlo da bola mas alternou muito entre o contra-ataque e ataque rápido, tudo em função da forma e zona em que conseguia recuperar a bola. Procuram muito os extremos antes de colocarem a bola em zonas de finalização. Sem bola, não jogaram muito recuados mas foram organizados. Mauro e Hugo Viana fizeram um bom trabalho a fechar o corredor central.
O Vitória de Guimarães defendeu quase sempre no seu meio campo defensivo, criando sempre duas linhas de quatro jogadores muito compactas com a linha do meio campo a descer muito no terreno quando a bola passava por eles. Em termos práticos, podemos dizer que esta estrutura funcionou uma vez os dois primeiros golos do Braga aconteceram de bola parada. Ofensivamente também souberam trocar a bola em algumas situações mas regra geral, tentavam chegar mais depressa à baliza do Braga com contra-ataques ou ataques rápidos apesar de muito pouco eficazes com os jogadores mais ofensivos a não terem capacidades de desequilibrar o jogo em ações individuais.

2ª Parte
Ao intervalo, Rui Vitória apenas trocou Ricardo de flanco com Marco Matias. José Peseiro, naturalmente, não fez qualquer alteração. O Braga esteve mais cauteloso defensivamente e com o jogo a não se mostrar muito diferente da primeira parte, é o Vitória a primeira equipa a fazer substituições com a entrada de Baldé para ponta de lança, que é um jogador mais possante e começa a adivinhar-se um jogo mais direto por parte dos visitantes. O Braga manteve as suas linhas baixas e conseguiu anular a estratégia do adversário, conseguindo inclusive marcar num ataque rápido o terceiro golo. O Braga ainda coloca Rúben Amorim e Hélder Barbosa que apesar de serem substituições um pouco mais cautelosas (principalmente a entrada de Rúben Amorim), parecem ser trocas para gerir o plantel numa altura que o resultado parece já decidido. Depois de Peseiro colocar também Zé Luís por Éder, é a vez de Rui Vitória alterar o seu sistema tático para 1-4-4-2 com os dois médios ala muito ofensivos para tentar sobrecarregar a defesa do Braga. Foi no mesmo minuto da substituição que no seguimento de um livre indireto Paulo Oliveira reduz e 7 minutos mais tarde Soudani faz o segundo da sua equipa mantendo tudo em aberto até ao apito final.

Jogadores-Chave
No Braga o destaque vai para Éder que continua a mostrar que é dos melhores pontas de lança portugueses.
No Vitória de Guimarães não houve grandes destaques individuais.

Substituições
57' - Entra Amidó Baldé para o lugar de Marco Matias. Soudani passa para extremo esquerdo, Ricardo para extremo direito e Baldé fica como ponta de lança.
71' - Entra Rúben Amorim para o lugar de Mossoró. Troca direta.
72' - Entra Hélder Barbosa para o lugar de João Pedro. Troca direta.
76' - Entra Zé Luís para o lugar de Éder. Troca direta.
79' - Entra Josué para o lugar de Tiago Rodrigues. Passam a jogar em 1-4-4-2 com Josué a médio centro com André André.
79' - Entra Rafael Crivellaro para o lugar de Sieka Bamba. Crivellaro joga na ala esquerda e Soudani fica na frente de ataque juntamente com Baldé.


Árbitro: Jorge Sousa

Cartões Amarelos: Siaka Bamba (21'), Éder (67') e Elderson (87' e 92').

Cartão Vermelho: Elderson (92').

Assistência: Desconhecido (Estádio AXA)

Clima: Céu limpo (11ºC)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Liga Zon Sagres - Rio Ave x Braga (19ª Jornada)


Marcha no Marcador
3' - 1x0 (Ahmed Hassan)
45'+3 - 1x1 (Alan)

1ª Parte
O Rio Ave jogou predominantemente em contra-ataque, tentando chegar rapidamente ao último terço, normalmente através dos seus extremos que tentavam usar a sua técnica e velocidade para conduzir a bola para a frente e criar desequilíbrios nos duelos de 1x1. Nunca se preocuparam em manter o domínio do jogo pelo que esperavam pacientemente no seu meio campo pela equipa do Braga, mantendo firmes duas linhas de quatro jogadores com Diego Costa e Hassan a serem os únicos que se iam desposicionando para eventualmente sair na pressão à linha defensiva adversária. Apesar disso, nas transições defensivas notou-se alguma lentidão de Bebé e Ukra a recuperarem, principalmente quando a bola estava do lado contrário ao deles.
O Braga tentou assumir o controlo do jogo do princípio ao fim, usando o habitual ataque posicional com várias combinações onde o ritmo apenas abrandava quando a bola chegava a um dos extremos, com estes a tentarem muitas vezes conduzir a bola e a procurarem encontrar situações em que pudessem explorar o drible. Hugo Viana tentou algumas bolas longas para o ataque sendo o único jogador que tentava frequentemente este tipo de solução. Mantiveram sempre a linha defensiva bastante adiantada no processo ofensivo, mesmo perante a constante ameaça de contra-ataque da equipa adversária. Os laterais subiam sempre que tinham essa oportunidade, aproveitando a tendência dos seus extremos para procurarem jogo interior. Sem bola mantinham-se no seu meio campo defensivo, pressionando mais quando a bola chegava ao lateral adversário, tentando cortar linhas de passes interiores de forma a forçar o erro.

2ª Parte
Não houve alterações ao intervalo, apenas com uma troca posicional no Rio Ave com Bebé a trocar de flanco com Ukra (voltariam a trocar cerca de 15' depois). Apesar de não ter havido grandes mudanças estratégicas, o Rio Ave pareceu mais seguro e consistente, com a equipa a recuperar mais rapidamente nas transições defensivas. As substituições tardaram e foi Nuno Espírito Santo a fazer as primeiras com a entrada de Filipe Augusto e de Braga (com o intuito de refrescar a equipa). José Peseiro também foi cauteloso nas trocas, colocando primeiro Hélder Barbosa por Alan (aos 81') e já quase no fim, retira o seu dez e coloca mais um ponta de lança, troca que não trouxe grandes benefícios ao jogo da sua equipa, mesmo após estarem a jogar contra 10 jogadores.

Jogadores-Chave
No Rio Ave, nota-se uma tendência do jogo passar muito pelos seus extremos, com estes a serem os principais desequilibradores da equipa.
No Braga não houve grandes destaques, embora a equipa tivesse o maior domínio do jogo (e maior número de remates), não criaram tanto perigo quanto isso.

Substituições
68' - Entra Filipe Augusto para o lugar de Diego Lopes. Troca direta.
79' - Entra Braga para o lugar de Bebé. Troca direta.
81' - Entra Hélder Barbosa para o lugar de Alan. Troca direta.
87' - Entra Zé Luís para o lugar de Mossoró. Passam a jogar em 1-4-2-4 com Zé Luís a jogar ao lado de Éder na frente de ataque.


Árbitro: João Ferreira

Cartões Amarelos: Leandro Salino (23'), Diego Lopes (41'), Wíres (45'+2) e André Vilas Boas (53').

Cartão Vermelho: Ahmed Hassan (88').

Assistência: Desconhecido (Estádio do Rio Ave Futebol Clube)

Clima: Céu limpo (12ºC)

domingo, 25 de novembro de 2012

Liga Zon Sagres - Braga x Porto (10ª Jornada)


1ª Parte
O Braga jogou de uma forma muito conservadora, defendendo no seu meio campo defensivo. Eventualmente mostraram uma pressão forte em lances de transição defensiva de forma a evitar que o Porto consiga jogar rapidamente no ataque, onde a velocidade é uma das características dos seus jogadores. Foram uma imagem do estereótipo de um 'outsider' que aposta na consistência defensiva, tentando surpreender em ações de contra-ataque e lances de bola parada. O contra-ataque nem sempre consistia em lançar bolas longas para as costas da defesa, com os jogadores a apostarem muitas vezes em colocar a bola jogável nos extremos para que estes conduzam rapidamente enquanto Éder luta por ganhar espaço por entre os centrais, atacando normalmente a bola vindo do segundo central na direção do primeiro.
O Porto teve um grande controlo da posse da bola mas não significou que tenha dominado o jogo. Nas circulações táticas, muitas vezes procuravam espaço nos corredores laterais para os cruzamentos dos laterais Alex Sandro e Danilo, com os movimentos interiores de Varela e James a contribuírem para as subidas dos seus colegas. Não tiveram muito espaço para atacar pelo corredor central devido à grande aglomeração de jogadores adversários. Quando os médios recebiam a bola no corredor central, raramente tinham linhas de passe para verticalizar o jogo e tinham de jogar para os apoios nos corredores laterais.

2ª Parte
Não houve mudanças ao intervalo e o jogo manteve-se com a mesma tendência com o Porto a controlar a bola mas ambas as equipas a chegarem perto da baliza adversária por meios diferentes. A primeira substituição do Braga indicou que o Braga estava à procura de algo mais, com a entrada de Rúben Amorim por Hugo Viana, ganhando mais mobilidade mas perderam também um trunfo importante nas bolas paradas. O Porto coloca logo a seguir Atsu por Varela, tentando refrescar o corredor lateral com mais um desequilibrador. Ambos os treinadores acrediavam que podiam sair vencedores mas já perto dos 90', Peseiro coloca Djamal por Rúben Micael, com o primeiro a ser um médio defensivo muito mais forte no processo defensivo que no ofensivo, dando a entender que era preferível sair com o empate que arriscar sofrer um golo pois era previsível que o Porto subisse mais no terreno. Vítor Pereira coloca Kléber mudando para uma espécie de 1-4-4-2 com Kléber e Jackson no ataque, Defour ao lado de Fernando no meio campo e os extremos a mudarem de flanco com Atsu a passar para o lado direito e James a ficar no lado esquerdo, talvez para explorar a sua capacidade de cruzamentos onde estariam sempre dois jogadores dentro da área adversária. O Porto acabou por marcar pouco depois e já após José Peseiro ter colocado Carlão no ataque, Jackson faz o segundo golo e sentencia o jogo.

Jogadores-Chave
No Braga, Douglão fez algumas intervenções importantes, tendo sido infeliz, apesar de não ter sido culpado, no primeiro golo. 
No Porto, os laterais Danilo e Alex Sandro fizeram um bom jogo com excelentes tempos de subida pelos corredores laterais.

Marcha no Marcador
90' - 0x1 (James Rodríguez)
93' - 0x2 (Jackson Martínez)

Substituições
67' - Entra Rúben Amorim para o lugar de Hugo Viana. Troca direta.
69' - Entra Christian Atsu para o lugar de Silvestre Varela. Troca direta.
81' - Entra Steven Defour para o lugar de João Moutinho. Troca direta.
86' - Entra Djamal para o lugar de Rúben Micael. Djamal fica a médio centro com Custódio, Rúben Amorim vai para extremo esquerdo e Mossoró fica a jogar na posição dez.
88' - Entra Kléber para o lugar de Lucho González. Passam a jogar em 1-4-4-2 com Kléber e Jackson no ataque, Defour ao lado de Fernando no meio campo e Atsu a trocar de corredor lateral com James.
92' - Entra Carlão para o lugar de Custódio. Passam a jogar em 1-4-4-2 com o meio campo entregue a Mossoró e Djamal e Carlão na frente com Éder.


Árbitro: Carlos Xistra

Cartões Amarelos: Fernando (38'), Custódio (52'), Silvestre Varela (63'), Ismaily (72') e Leandro Salino (87').

Assistência: Desconhecido (Estádio AXA)

Clima: Céu nublado (6ºC)

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Champions League - Braga x Manchester United (4ª Jornada)

1ª Parte
O Braga jogou em ataque posicional, partindo em contra-ataque só quando estavam reunidas condições de sucesso para o mesmo, fazendo disso uma excepção. Éder funcionou como avançado de referência, tendo sido solicitado várias vezes para jogar como apoio para a entrada de colegas. A sua missão alterava-se quando a bola entrava no último terço ofensivo através do corredor lateral, tornando-se no principal finalizador, movimentando-se bem para encontrar espaços para atacar a bola. Usaram muitos movimentos de arraste para desposicionar os defesas do Manchester e abrir espaços para serem explorados por outros jogadores. Defensivamente posicionaram-se no meio campo defensivo com Éder a ter poucas preocupações defensivas (apenas posicionais) e os jogadores do meio preocupados em fechar linhas de passe para os médios adversários. A zona de pressão eram os corredores laterais perto do meio campo onde os extremos faziam a contenção e os médios centro eram rápidos a fechar as linhas de passe interior, deixando o adversário com bola sem soluções e propenso a cometer erros.
No Manchester United, apenas Chicharito se mostrava assertivo no processo defensivo, pressionando sempre a linha defensiva do Braga para tentar condicionar a acção dos defesas centrais e precipitar um lançamento longo para o meio campo. Quando o adversário estava perto da baliza de De Gea, a equipa descia muito as suas linhas, preocupando-se em concentrar muitos jogadores atrás da bola para que o Braga não tivesse soluções ofensivas. Ofensivamente jogaram de uma forma pouco habitual, com muita mobilidade dos jogadores da frente, onde os médios centro cobriam grandes áreas e estavam em constantes trocas posicionais. Isto dificultava muito a acção do Braga para tentar recuperar a bola mas ainda assim conseguiram poucas oportunidades de golo. Apenas Chicharito jogava fixo na frente de ataque mas como o Braga recuou as linhas na fase defensiva, teve dificuldades para aproveitar a sua velocidade que é uma as suas maiores características.

2ª Parte
A única alteração que houve foi depois do golo do Braga (49'), momento a partir do qual o Manchester United começa a pressionar mais alto e a conseguir ganhar a bola mais vezes, com o Braga também a descer mais as linhas e a gerir melhor o ritmo de jogo, apostando mais nas acções ofensivas de contra-ataque. Aos 56' o jogo é interrompido devido a uma falha na iluminação e cerca de 10' mais tarde, o jogo é reiniciado com a entrada de Ferdinand para o lugar de Evans. Algum tempo depois dá-se a substituição que altera o jogo, entrando Van Persie que significou uma alteração táctica para 1-4-4-2. Com dois jogadores muito rápidos na frente, o Manchester tornou-se uma equipa muito perigosa nas transições e foi exactamente assim que aconteceu o golo de Van Persie (após uma má saída de Beto). 4' mais tarde, o Manchester passa para a frente do marcador através de um penalti e Peseiro vê-se obrigado a arriscar mais, colocando Hélder Barbosa e Mossoró, passando a jogar em 1-4-3-3. Conseguiram crescer mais no jogo e aparecer mais na frente mas os adversários ainda tinham duas grandes ameaças na frente e acabaram mesmo por conseguir fazer o 3º golo.

Jogadores-Chave
No Braga, os três médios Custódio, Hugo Viana e Rúben Micael assumem um papel muito importante tanto no equilíbrio defensivo como nas transições ofensivas.
No Manchester United, Van Persie foi quem virou o jogo, mostrando-se como um dos jogadores mais importantes desta equipa.

Marcha no Marcador
49' - 1x0 (Alan)
80' - 1x1 (Robin van Persie)
84' - 1x2 (Wayne Rooney)
92' - 1x3 (Chicharito)

Substituições
57' - Entra Rio Ferdinand para o lugar de Jonny Evans. Troca directa com Evans a sair lesionado.
64' - Entra Robin van Persie para o lugar de Danny Welbeck. Passam a jogar em 1-4-4-2 com Rooney a passar para a ala esquerda e Van Persie a jogar na frente com Chicharito.
73' - Entra Rafael para o lugar de Nani. Valencia passa para médio direito e Rafael joga a lateral direito. Nani sai lesionado.
85' - Entra Hélder Barbosa para o lugar de Rúben Amorim. Troca directa.
86' - Entra Mossoró para o lugar de Hugo Viana. Passam a jogar em 1-4-3-3 com Mossoró e Micael a interiores e Custódio a médio defensivo.
91' - Entra Zé Luis para o lugar de Elderson. Hélder Barbosa passa para lateral esquerdo e Zé Luís fica a jogar a extremo esquerdo.


Árbitro: Felix Brych (Alemanha)

Cartões Amarelos: Chris Smalling (38'), Éder (66') e Custódio (70').

Assistência: 15388 (Estádio AXA)

Clima: Chuva (9ºC)