Mostrar mensagens com a etiqueta Roy Hodgson. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Roy Hodgson. Mostrar todas as mensagens

domingo, 15 de junho de 2014

Campeonato do Mundo - Inglaterra 1 x 2 Itália (Grupo D)


Marcha no Marcador
37' - 0x1 (Claudio Marchisio)
37' - 1x1 (Daniel Sturridge)
50' - 1x2 (Mario Balotelli)

1ª Parte
Estas duas equipas apresentam um paradigma do que convencionalmente se pensa delas. A Inglaterra com jogadores muito talentosos no último terço, sendo claramente refém da sua criatividade para criar situações de finalização e uma Itália a sair poucas vezes no contra-ataque, preferindo jogar apoiado com um ritmo lento, a toda a largura, com dois playmakers (Pirlo e Verratti) a procurar espaços para fazer o último passe para a frente de ataque ou o penúltimo passe para as alas. Na Itália, estes dois jogadores eram claramente os jogadores-chave, com todo o jogo a passar pelo corredor central. Seria de esperar uma maior atenção dos ingleses para o meio campo de Itália, sabendo-se de antemão que quando se condiciona o jogo do Pirlo, está a condicionar-se o jogo de toda a equipa, no entanto tiveram sempre muito espaço para decidir e para ditar o ritmo do jogo. Balotelli acabou por jogar um pouco desamparado, tendo intervido no jogo poucas vezes. A Inglaterra jogou com uma estrutura pouco móvel, com Gerrard e Henderson a jogarem muito fixos e a servirem-se da velocidade dos atacantes para sair no contra-ataque (foi assim que marcaram o golo do empate) ou na sua capacidade técnica e criativa para criar perigo através de ataque posicional. O primeiro golo do jogo nasceu de um pontapé de canto.

2ª Parte
A única troca ao intervalo foi a de corredor dos extremos de Inglaterra (Rooney com Welbeck). Não foram precisos mais de 5 minutos para Balotelli finalizar um grande cruzamento de Candreva e colocar novamente a Itália na frente do marcador. A equipa de Prandelli continuava a ter o controlo do jogo, ainda assim é ele o primeiro a mexer na equipa colocando Motta por Verratti, numa substituição mais defensiva. As substituições de Hodgson acabaram por tornar a equipa mais perigosa, principalmente a entrada de Barkley que tornou o ataque muito mais objectivo. A jogar na posição dez, Barkley foi um jogador mais incisivo e pragmático que Sterling que apesar de muito virtuoso perde um pouco na tomada de decisão. As entradas de Wilshere e, mais tarde, de Lallana tiveram sempre o intuito de aumentar os índices de criatividade mas o resultado acabou por não se alterar. Prandelli mais não fez que gerir a equipa num jogo que apesar das oportunidades criadas pela Inglaterra, nunca pareceu fora de controlo.

Substituições
57' - Entra Thiago Motta para o lugar de Marco Verratti. Troca direta.
61' - Entra Ross Barkley para o lugar de Danny Welbeck. Barkley fica na posição dez e Sterling passa para extremo esquerdo.
73' - Entra Ciro Immobile para o lugar de Mario Balotelli. Troca direta.
73' - Entra Jack Wilshere para o lugar de Jordan Henderson. Troca direta.
79' - Entra Marco Parolo para o lugar de Antonio Candreva. Parolo fica a extremo esquerdo e Marchisio passa para o lado direito.
80' - Entra Adam Lallana para o lugar de Daniel Sturridge. Lallana fica a médio esquerdo, Sterling a médio direito e Rooney passa para ponta de lança.


Árbitro: Björn Kuipers (Holanda)

Cartão Amarelo: Raheem Sterling (92').

Assistência: 39.800 (Arena Amazônia)

Clima: Céu limpo (29ºC)

domingo, 24 de junho de 2012

Euro 2012 - Inglaterra x Itália (Quartos-de-Final)

1ª Parte
Tal como em jogos anteriores, a Inglaterra deu preferência a uma estrutura sólida em fase defensiva, com as duas linhas de quatro jogadores a descerem rapidamente para o meio campo defensivo, apesar de nos momentos de transição defensiva, em zonas mais avançadas, mostraram por vezes uma postura mais assertiva mas foram pouco eficientes nestes momentos. Com bola, tiveram muitas dificuldades em entrar pelo corredor central, dado o posicionamento dos jogadores adversários. Optavam regularmente por levar as bolas para os corredores laterais, tentando aí os cruzamentos para a área, até porque eram as zonas do campo menos povoadas pelo adversário.
Pelo segundo jogo consecutivo, a Itália utiliza o 1-4-4-2 em losango, assegurando uma forte presença defensiva no corredor central, com Rossi a ser o interior que mais descia, juntando-se muitas vezes a Pirlo nas acções defensivas. Com bola, viram-se os jogadores mais recuados a tentarem vários bolas directas para os dois pontas de lança, apesar de não terem tido muito sucesso a fazê-lo. Devido ao maior povoamento da zona central do campo, aliando-se à pouca assertividade do adversário em fase defensiva, a Itália teve alguma facilidade na manutenção da posse da bola. A mobilidade de Montolivo e foi muito importante neste aspecto, saindo muitas vezes da sua posição para dar linhas de passe. O jogo lateral era assegurado quase sempre pelos dois laterais que subiam frequentemente pelos corredores laterais e pelos pontas de lança, em zonas mais avançadas, que apareciam muitas vezes nos corredores laterais para receber a bola. Os jogadores mais importantes na construção de jogadas ofensivas eram Pirlo e De Rossi que eram sempre os alvos da segunda fase de construção.

2ª Parte
Nada mudou ao intervalo e a Itália ia mantendo o domínio do jogo. A Inglaterra continuava a ignorar a acção ofensiva de Pirlo que gozou sempre de muito espaço para decidir, quando era por ele que passavam todas as jogadas de ataque. A pouca assertividade defensiva da Inglaterra fez com que a Itália raramente se sentisse em apuros. Apesar de nenhuma das equipas ter alterado o seu sistema táctico ao longo do jogo, ambas fizeram substituições ofensivas. A Inglaterra colocou Carroll e Walcott, dando mais objectividade ofensiva no corredor lateral direito e ganhando uma opção viável para jogar como jogador alvo no ataque. A Itália fez uma troca directa no ataque com a entrada de Diamanti e colocou Nocerino por De Rossi, para jogar na mesma posição sendo Nocerino um jogador que gosta de chegar a zonas mais ofensivas com mais frequência que De Rossi. Já perto do fim, entra Maggio por Abate, um lateral mais ofensivo que está habituado a jogar em sistemas tácticos com 3 centrais. A Inglaterra criou um par de boas oportunidades mas a Itália esteve sempre mais perto de chegar à vantagem.

Prolongamento 
A Itália com Nocerino em campo, passa a jogar numa espécie de 1-4-4-2 clássico com Montolivo a descer muitas vezes para o lado de Pirlo e Nocerino a jogar bem aberto na esquerda. Arriscavam cada vez menos, sendo que em processo defensivo desciam bastante as suas linhas assegurando uma estrutura sólida no seu meio campo defensivo. Ainda assim estiveram durante a maior parte do tempo com a bola em sua posse e foram claramente a equipa que mais procurou o golo, com a Inglaterra a mostrar-se contente em chegar ao fim do prolongamento em igualdade.

Penaltis
1 - Balotelli remata para o lado esquerdo com Joe Hart a não chegar à bola.
1 - Gerrard remata para o lado esquerdo com Buffon a não chegar à bola.
2 - Montolivo remata para o lado esquerdo com a bola a passar ao lado do poste.
2 - Rooney remata para o lado esquerdo com Buffon a cair para o lado contrário.
3 - Pirlo remata picado para o meio com Joe Hart a cair para o lado esquerdo.
3 - Young remata à trave com Buffon a cair para o lado direito.
4 - Nocerino remata para o lado esquerdo com Joe Hart a cair para o lado contrário.
4 - Ashley Cole remata para o lado direito com Buffon a defender a bola.
5 - Diamanti remata para o meio com Joe Hart a cair para o lado direito.

Jogadores-Chave
Na Inglaterra, não houve grandes destaques, com os centrais a fazerem uma exibição muito segura.
Na Itália, Pirlo foi o jogador mais influente nas acções ofensivas com todo o jogo a passar por ele.

Golos
(Não houve).

Substituições
60' - Entra Andy Carroll para o lugar de Danny Welbeck. Troca directa.
61' - Entra Theo Walcott para o lugar de James Milner. Troca directa.
78' - Entra Alessandro Diamanti para o lugar de Antonio Cassano. Troca directa. 
80' - Entra Antonio Nocerino para o lugar de Daniele De Rossi. Troca directa.
90'+1 - Entra Christian Maggio para o lugar de Ignazio Abate. Troca directa.
94' - Entra Jordan Henderson para o lugar de Scott Parker. Henderson passa a jogar do lado direito do centro do meio campo e Gerrard passa para o lado esquerdo.

Inglaterra
1 – Joe Hart
2 – Glen Johnson
3 – Ashley Cole
4 – Steven Gerrard
6 – John Terry
10 – Wayne Rooney
11 – Ashley Young
15 – Joleon Lescott
16 – James Milner (7 – Theo Walcott)
17 – Scott Parker (8 – Jordan Henderson)
22 – Danny Welbeck (9 – Andy Carroll)
Treinador: Roy Hodgson

Itália
1 – Gianluigi Buffon
6 – Federico Balzaretti
7 – Ignazio Abate (2 – Christian Maggio)
8 – Claudio Marchisio
9 – Mario Balotelli
10 – Antonio Cassano (22 – Alessandro Diamanti)
15 – Andrea Barzagli
16 – Daniele De Rossi (23 – Antonio Nocerino)
18 – Riccardo Montolivo
21 – Andrea Pirlo
Treinador: Cesare Prandelli

Árbitro: Pedro Proença (Portugal)

Cartões Amarelos: Andrea Barzagli (82') e Christian Maggio (94').

Assistência: 64340 (Olimpiyskyi National Sports Complex - Ucrânia)

Clima: Céu limpo (24ºC)

terça-feira, 19 de junho de 2012

Euro 2012 (Grupo D) - Inglaterra x Ucrânia (3ª Jornada)

Relatório de Jogo
Classificação Antes do Jogo
1º França (4 pontos) 2 jogos
Inglaterra (4 pontos) 2 jogos
Ucrânia (3 pontos) 2 jogos
4º Suécia (0 pontos) 2 jogos

1ª Parte
A Inglaterra jogou em ataque posicional, usando na maior parte das vezes o passe curto nas combinações mas recorrendo por vezes ao passe longo para aumentar a velocidade da alternância do centro do jogo. A ideia principal do jogo ofensivo da Inglaterra era colocar a bola nos corredores laterais para poderem cruzar para a grande área. Sem bola, defenderam como de costume, com as duas linhas de quatro jogadores juntas e recuadas, tendo sempre uma postura conservadora sem investirem muito na pressão ao adversário com bola.
A Ucrânia precisava de vencer o jogo para se apurar e mostrou isso muito mesmo nos primeiros 10', entrando com um ritmo muito elevado, pressionando muito alto e sendo muito eficazes na transição defensiva, com vários jogadores a pressionarem o portador da bola e em grande parte das vezes, recuperando-a de imediato. Depois deste período, baixaram um pouco o ritmo, procurando defender no seu meio campo mas sempre com uma postura agressiva, sendo bem visível em alguns momentos a zona pressionante que faziam nos corredores laterais. Com bola, jogaram em ataque posicional, procurando muito os médios ala. Estes, apesar de estarem a jogar nas suas posições naturais (provavelmente mais adaptados a um sistema com extremos puros), jogavam com o pé contrário e portanto viram-se vários movimentos interiores de ambos. Ainda assim, devido à forte coesão defensiva da equipa adversária, não conseguiram aproveitar estes movimentos para fazer passes de ruptura sendo que acabavam quase sempre em combinações simples para continuarem com a posse da bola ou em remate.

2ª Parte
Logo aos 48' a Inglaterra faz o 1-0 e a partir daí, a Ucrânia precisa de marcar pelo menos dois golos para passar à próxima fase. Ambas as equipas mantém a sua estratégia e sistema táctico mas a Inglaterra expõe-se menos aos ataques adversários e vê-se uma Ucrânia a ter mais a bola. Walcott é o primeiro jogador a entrar, substituindo Milner que estava em risco de suspensão caso visse o cartão amarelo e não é tão rápido quanto o extremo do Arsenal. Era um sinal de que iam apostar mais no contra-ataque. A Ucrânia coloca Shevchenko, o melhor (e único) marcador da equipa no Euro e mais tarde coloca Butko, que permite Gusev, um extremo de raiz, subir no terreno e passa Yarmolenko para o ataque (uma posição que não lhe é estranha) e coloca Nazarenko por Garmash, sendo que o primeiro é mais ofensivo. A Ucrânia criou algumas oportunidades, entre elas um lance em que apesar da bola passar a linha de golo, o mesmo não é assinalado mas o marcador manteve-se e por esta altura já a França perdia, o que significava que a Inglaterra ainda podia sofrer um golo e manter-se em primeiro lugar do grupo (permitia evitar a Espanha nos quartos de final) o que fez com que se concentrassem mais nas acções defensivas sem terem a mesma pressão que a Ucrânia que enfrentava uma tarefa cada vez mais difícil à medida que o jogo ia avançando.

Jogadores-Chave
Na Inglaterra, a dulpa do meio campo esteve muito bem, destacando Gerrard ofensivamente e Parker defensivamente.
Na Ucrânia, Konoplyanka criou alguns lances perigosos em diagonais vindas da esquerda.

Golos
48' - Gerrard dribla um jogador no corredor lateral direito, num seguimento de um canto, cruza para dentro da pequena área onde o desvio de Welbeck faz com que o guarda-redes não consiga apanhar a bola e Rooney só tem de encostar de cabeça para a baliza.

Substituições
70' - Entra Theo Walcott para o lugar de James Milner. Troca directa.
70' - Entra Andriy Shevchenko para o lugar de Marko Devic. Troca directa.
77' - Entra Bogdan Butko para o lugar de Artem Milevskiy. Butko fica a jogar a lateral direito, Gusev sobe para extremo e Yarmolenko fica como segundo avançado nas costas de Shevchenko.
78' - Entra Serhiy Nazarenko para o lugar de Denys Garmash. Troca directa.
82' - Entra Andy Carroll para o lugar de Danny Welbeck. Troca directa.
87' - Entra Alex Oxlade-Chamberlain para o lugar de Wayne Rooney. Troca directa.

Inglaterra
1 – Joe Hart
2 – Glen Johnson
3 – Ashley Cole
4 – Steven Gerrard
6 – John Terry
10 – Wayne Rooney (20 – Alex Oxlade-Chamberlain)
11 – Ashley Young
15 – Joleon Lescott
16 – James Milner (7 – Theo Walcott)
17 – Scott Parker
22 – Danny Welbeck (9 – Andy Carroll)
Treinador: Roy Hodgson

Ucrânia
12 – Andriy Pyatov
2 – Yevhen Selin
3 – Yevhen Khacheridi
4 – Anatoliy Tymoshchuk
6 – Denys Garmash (18 – Serhiy Nazarenko)
9 – Oleh Gusev
11 – Andriy Yarmolenko
15 – Artem Milevskiy (21 – Bogdan Butko)
19 – Yevhen Konoplyanka
20 – Yaroslav Rakitskiy
22 – Marko Devic (7 – Andriy Shevchenko)
Treinador: Oleg Blokhin

Árbitro: Viktor Kassai (Hungria)

Cartões Amarelos: Anatoliy Tymoshchuk (63'), Steven Gerrard (73'), Yaroslav Rakitskiy (74'), Ashley Cole (78') e Andriy Shevchenko (86').

Assistência: 48700 (Donbass Arena - Ucrânia)

Clima: Céu limpo (23ºC)

sábado, 16 de junho de 2012

Euro 2012 (Grupo D) - Suécia x Inglaterra (2ª Jornada)

Classificação Antes do Jogo
1º França (4 pontos) 2 jogos
2º Ucrânia (3 pontos) 2 jogos
Inglaterra (1 ponto) 1 jogo
Suécia (0 pontos) 1 jogo

1ª Parte
A Suécia optou na maioria das vezes por utilizar o contra-ataque ou ataque rápido para chegar à área adversária. Os jogadores-alvo tanto eram Elmander com a bola colocada nas costas da defesa para a corrida do ponta de lança ou Ibrahimovic que recebia no pé e fazia de ligação com o ponta de lança ou extremos (em zonas recuadas) ou de finalizador (perto da área). No processo defensivo, um dos avançados, que normalmente era Ibrahimovic, fechava a linha de passe para o médio centro adversário que descia para vir buscar jogo. Não apostaram na pressão alta ao portador da bola e deram muitas vezes condições para o adversário trocar a bola à vontade.
A Inglaterra jogou em ataque posicional, com um futebol muito mais apoiado que aquele que se viu na 1ª jornada. Foram pacientes na manutenção da posse da bola e iam alternando o passe curto com o passe longo, normalmente para encontrar espaço nos corredores laterais para depois cruzarem para a área onde se encontravam dois jogadores fortes no jogo aéreo (principalmente Andy Carroll). Mostraram-se algo dinâmicos na procura de linhas de passe com os dois médios centro e o avançado Welbeck a trabalharem muito neste aspecto. Defensivamente, pressionavam muito alto na 1ª fase de construção da equipa adversário para impedir que o guarda-redes jogasse curto com a sua linha defensiva, confiando que ganhavam as bolas divididas no meio campo.

2ª Parte
Houve pouco interesse a nível táctico nesta parte, sem grandes alterações estratégicas e com todas as substituições a serem directas apesar de algumas delas terem alterado um pouco a dinâmica do jogo pelas características individuais dos jogadores. A mais marcante para o jogo foi a entrada de Walcott por Milner, entrando um jogador mais rápido e de jogo mais ofensivo que contribuiu com um golo e uma assistência, tendo causado muitas dificuldades ao lado esquerdo da defesa da Suécia. De resto, foi um jogo que valeu pela emotividade das 2 reviravoltas que houve no marcador mas que não teve grande interesse no que diz respeito às acções tácticas de ambas as equipas.

Jogadores-Chave
Na Suécia, Mellberg fez um jogo seguro defensivamente mas teve um grande impacto nos dois golos marcados. 
Na Inglaterra, Walcott foi claramente o jogador que maior impacto teve no jogo. Parker também fez um jogo muito bom, pouco espectacular mas de uma enorme importância táctica.

Golos
23' - Gerrard recebe uma bola no lado direito, perto do meio campo, e faz um cruzamento largo para o interior da área onde aparece Andy Carroll a cabecear para o golo.
49' - Livre directo marcado por Zlatan Ibrahimovic contra a barreira, na recarga a bola acaba por sobrar para Mellberg que remata à baliza, com Hart a não conseguir defender e a bola acaba a bater em Glen Johnson e a entrar na baliza.
59' - Livre marcado do lado esquerdo, a meio do meio campo, por Larsson ao segundo poste onde aparece Mellberg livre de marcação a cabecear para o golo.
64' - No seguimento de um canto do lado esquerdo, a bola é cortada para a entrada da área onde Walcott domina e remata para o golo.
78' - Walcott consegue passar por dois adversários dentro da área e ganha a linha de fundo do lado direito, cruzando depois para Welbeck que de calcanhar faz o golo.

Substituições
61' - Entra Theo Walcott para o lugar de James Milner. Troca directa.
66' - Entra Mikael Lustig para o lugar de Andreas Granqvist. Troca directa.
79' - Entra Markus Rosenberg para o lugar de Johan Elmander. Troca directa.
81' - Entra Christian Wilhelmsson para o lugar de Rasmus Elm. Troca directa.
90' - Entra Alex Oxlade-Chamberlain para o lugar de Danny Welbeck. Troca directa.

Suécia
1 – Andreas Isaksson
3 – Olof Mellberg
4 – Andreas Granqvist (2 – Mikael Lustig)
5 – Martin Olsson
6 – Rasmus Elm (21 – Christian Wilhelmsson)
7 – Sebastian Larsson
8 – Anders Svensson
9 – Kim Källstrom
10 – Zlatan Ibrahimovic
11 – Johan Elmander (22 – Markus Rosenberg)
13 – Jonas Olsson
Treinador: Erik Hamrén

Inglaterra
1 – Joe Hart
2 – Glen Johnson
3 – Ashley Cole
4 – Steven Gerrard
6 – John Terry
9 – Andy Carroll
11 – Ashley Young
15 – Joleon Lescott
16 – James Milner (7 – Theo Walcott)
17 – Scott Parker
22 – Danny Welbeck (20 – Alex Oxlade-Chamberlain)
Treinador: Roy Hodgson

Árbitro: Damir Skomina (Eslovénia)

Cartões Amarelos: James Milner (58'), Olof Mellberg (63'), Jonas Olsson (72') e Anders Svensson (91').

Assistência: 64640 (Olimpiyskyi National Sports Complex - Ucrânia)

Clima: Céu nublado (19ºC)

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Euro 2012 (Grupo D) - França x Inglaterra (1ª Jornada)

1ª Parte
A França defendeu em zonas altas, pressionando bastante os jogadores adversários em posse da bola. Ofensivamente, jogaram em ataque posicional, usando muito o passe curto para manter a posse da bola. Isto conferiu-lhes alguma segurança na circulação de bola mas também fez com que virassem o centro de jogo muito mais lentamente do que seria necessário para abrir espaços na equipa adversária. Os jogadores mais criativos encontravam-se nos corredores laterais e por várias vezes utilizaram o drible para criar desequilíbrios, fazendo-o geralmente com sucesso. A largura do seu jogo era muitas vezes conferida pelos laterais, pelo que os extremos vinham regularmente para zonas interiores e pareceram gozar de alguma liberdade pois foi possível em vários momentos distintos, encontrar os dois extremos no mesmo corredor lateral.
A Inglaterra defendeu muito recuada, com duas linhas de 4 jogadores muito próximas entre si, preocupando-se apenas em fechar os espaços e esperando por um erro adversário. Esta falta de pro-actividade deu alguma liberdade aos adversários para trocarem a bola e Young apenas ajudava defensivamente quando a bola recuava no terreno para os defesas ou médio defensivo. No ataque, tentavam quase sempre partir em contra-ataque através dos dois pontas de lança, que recebiam a bola tanto no corredor central e lateral.

2ª Parte
A França passou a defender mais atrás no reinício do jogo, esperando pela Inglaterra no seu meio campo quando eles se encontravam em organização ofensiva. De resto, tudo se manteve na mesma e o que se pôde ver foram duas equipas com mais preocupações em não sofrer golos que em marcar. A França continuou pouco objectiva nas acções ofensivas, onde apesar de ter uma maior percentagem de posse de bola, não conseguiu criar verdadeiras situações de golo com grande parte das oportunidades a surgirem através de remates de meia distância ou lances individuais. A Inglaterra fez um jogo típico de Roy Hodgon, um 1-4-4-2 conservador e pouco dinâmico, que dependia da velocidade e criatividade dos jogadores mais ofensivos para criar perigo através de contra-ataques ou através dos esquemas tácticos ofensivos onde Gerrard e Lescott eram armas a ter em conta.

Jogadores-Chave
Na França, Debuchy fez um jogo muito interessante, tendo criado muito perigo sempre que era solicitado no ataque.
Na Inglaterra, Joe Hart terá tido o maior destaque pelo número de defesas que fez.

Golos
30' - A meio do meio campo ofensivo, Gerrard marca um livre lateral do lado direito para a entrada da pequena área onde aparece Lescott a cabecear para o golo.
39' - Depois de algumas combinações, Nasri recebe a bola de frente de Ribéry, à entrada da grande área do lado esquerdo do ataque e remata forte e rasteiro ao 1º poste, fazendo assim o golo.

Substituições 
77' - Entra Jermain Defoe para o lugar de Alex Oxlade-Chamberlain. Young passa para o lado esquerdo e Defoe joga na posição que estava a ser ocupada por Young.
78' - Entra Jordan Henderson para o lugar de Scott Parker. Troca directa.
84' - Entra Hatem Ben Arfa para o lugar de Yohan Cabaye. Troca directa.
85' - Entra Marvin Martin para o lugar de Florent Malouda. Troca directa.
91' - Entra Theo Walcott para o lugar de Danny Welbeck. Troca directa.

França
1 – Hugo Lloris
2 – Mathieu Debuchy
3 – Patrice Evra
4 – Adil Rami
5 – Philippe Mexès
6 – Yohan Cabaye (20 - Hatem Ben Arfa)
7 – Franck Ribéry
10 – Karim Benzema
11 – Samir Nasri
15 – Florent Malouda (19 – Marvin Martin)
18 – Alou Diarra
Treinador: Laurent Blanc

Inglaterra
1 – Joe Hart
2 – Glen Johnson
3 – Ashley Cole
4 – Steven Gerrard
6 – John Terry
11 – Ashley Young
15 – Joleon Lescott
16 – James Milner
17 – Scott Parker (8 – Jordan Henderson)
20 – Alex Oxlade-Chamberlain (21 – Jermain Defoe)
22 – Danny Welbeck (7 – Theo Walcott)
Treinador: Roy Hodgson

Árbitro: Nicola Rizzoli (Itália)

Cartões Amarelos: Alex Oxlade-Chamberlain (33') e Ashley Young (71')

Assistência: 47400 (Donbass Arena - Ucrânia)

Clima: Céu limpo (30ºC)