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sábado, 21 de setembro de 2013

Bundesliga - Schalke 04 0 x 4 Bayern Munique (6ª Jornada)


Marcha no Marcador
21' - 0x1 (Bastian Schweinsteiger)
22' - 0x2 (Mario Mandzukic)

1ª Parte
O Schalke teve muitas dificuldades em conseguir trocar a bola devido à forte pressão defensiva do Bayern Munique e consequentemente teve uma percentagem de posse de bola muito inferior à do adversário. Nas suas ações ofensivas, que se resumiam a tentativas de contra-ataque, tentavam explorar a velocidade Farfán no corredor direito, tendo sido por aí que nasceu a melhor oportunidade para a equipa da casa. Os laterais pouco subiram e os médios centro raramente abandonavam a sua zona de ação pelo que com o Schalke a jogar com duas linhas de 4 jogadores no processo ofensivo, os médios ala nem sempre conseguiam estar disponíveis para receber a bola em zona que surpreende-se o Bayern e os avançados Kevin-Prince Boateng e Szalai não conseguiram ser eficientes no processo ofensivo. Defensivamente jogaram com a equipa muito compacta, sendo que apesar de defenderem no seu meio campo defensivo, a linha defensiva jogou muito avançada tentando reduzir ao máximo o espaço entrelinhas. O Bayern jogou em ataque posicional onde a sua maior arma era a mobilidade dos seus jogadores. Os laterais estavam muitas vezes no corredor central, os extremos (principalmente Robben) estava constantemente no corredor central, Schweinsteiger vinha para o corredor lateral e todos os jogadores pareciam saber o que fazer em função da movimentação dos seus colegas, com a equipa a raramente perder o equilibrio defensivo.

2º Parte
Jens Keller fa uma substiuição ao intervalo sem alterar a estrutura mas com o decorrer do jogo vai-se notando que o Schalke vai tendo mais a bola mas muito provavelmente devido ao facto do Bayern Munique ter reduzido a sua pressão, quer por cansaço ou gestão, o que permitiu mais oportunidades para o Schalke apesar de nenhuma ter sido flagrante. Aos 73' começa a gestão do jogo por parte de Josep Guardiola e logo após a entrada de Müller, Ribéry faz o 0x3 após segunda assistência de Alaba (corredor direito do Schalke a mostrar-se permeável) e o jogo fica decidido. Ambos os treinadores sabem que a vitória não escapa ao Bayern e as substituições seguintes são apenas para gerir as equipas, sendo que Pizarro e Müller (ambos a entrar na segunda parte) ainda conseguem fazer o quarto golo após um passe longo de Dante a aproveitar o adiantamento da defesa do Schalke.

Substituições
Int - Entra Marco Höger para o lugar de Roman Neustädter. Troca direta.
73' - Entra Thomas Müller para o lugar de Arjen Robben. Troca direta.
78' - Entra Jan Kirchhoff para o lugar de Bastian Schweinsteiger. Kirchhoff fica como médio defensivo e Lahm sobe para médio interior.
81' - Entra Christian Clemens para o lugar de Kevin-Prince Boateng. Clemens fica como médio esquerdo e Draxler sobe para segundo avançado.
81' - Entra Claudio Pizarro para o lugar de Mario Mandzukic. Troca direta.


Árbitro: Manuel Gräfe

Cartão Amarelo:  Jefferson Fárfan (62').

Assistência: 61973 (Veltins Arena)

Clima: Céu nublado (16ºC)

sábado, 24 de agosto de 2013

Liga Zon Sagres - Académica 0 x 4 Sporting (2ª Jornada)


Marcha no Marcador
23' - 0x1 (André Carrillo)
41' - 0x2 (Marcos Rojo)
54' - 0x3 (Adrien Silva)
58' - 0x4 (Fredy Montero)

1ª Parte
A Académica atacou preferencialmente em contra-ataque, procurando sempre um dos avançados ou um dos alas (Marinho em profundidade ou Manoel no pé). Com Ivanildo a atuar como segundo avançado, foi notória a dificuldade da Académica em construir jogo devido à clara inferioridade numérica no meio campo, entregue apenas a Bruno China e Marcos Paulo, uma vez que Marinho e Manoel subiam várias vezes nas tentativas de contra-ataque. Sem bola, defenderam no seu próprio meio campo, com Ivanildo e Buval a tentarem fechar o corredor central no setor ofensivo. O Sporting defendeu mais à frente, com Montero e André Martins a pressionarem muitas vezes a linha defensiva adversária a meio do meio campo ofensivo. Com bola, jogaram claramente em ataque posicional, trocando muito a bola em segurança no setor defensivo antes de tentarem lançar os seus extremos nos corredores laterais. Os laterais também subiam muito no terreno e viram-se vários cruzamentos para o interior da área, onde os extremos do lado contrário entravam sempre muito bem ao segundo poste (tal como no primeiro golo de Carrillo). O Sporting chegou ao intervalo a vencer de forma relativamente tranquila, tendo tido as melhores oportunidades do jogo.

2ª Parte
As equipas não sofreram alterações ao intervalo, apenas com Ivanildo a preocupar-se um pouco mais a recuar no processo defensivo de forma a auxiliar o seu meio campo, ainda assim, aos 54' de jogo Adrien marca o terceiro golo da sua equipa após um penalti e expulsão de Marcelo Goiano. Sérgio Conceição coloca João Dias em campo para fechar o lado direito da defesa de forma a equilibrar a sua equipa, retirando um jogador do ataque (ficam a jogar em 1-4-4-1), consciente que seria quase impossível dar a volta ao resultado num jogo em que o Sporting jogou sempre com uma qualidade claramente acima da do jogo da Académica. Logo após as substituições da Académica, Montero marca o quarto novamente de penalti e o jogo fica decidido. A partir daqui, Leonardo Jardim apenas geriu a sua equipa, sem alterações táticas ou estratégicas.

Substituições
22' - Entra Aníbal Capela para o lugar de Rafik Halliche. Troca direta com Halliche a sair lesionado.
58' - Entram Diogo Valente e João Dias para os lugares de Bédi Buval e Ivanildo. Passam a jogar em 1-4-4-1 com João Dias a lateral direito, Manoel a ponta de lança e Diogo Valente a médio esquerdo.
64' - Entra Diego Capel para o lugar de Wilson Eduardo. Capel fica como extremo esquerdo e Carrillo passa para o lado direito.
78' - Entra Islam Slimani para o lugar de Fredy Montero. Troca direta.
85' - Entra Eric Dier para o lugar de Jefferson. Rojo passa para lateral esquerdo e Dier fica como central.


Árbitro: Artur Soares Dias

Cartões Amarelos: Marcelo Goiano (40' e 53') e Reiner Ferreira (56').

Cartão Vermelho: Marcelo Goiano (53').

Assistência: 14194 (Estádio Cidade de Coimbra)

Clima: Céu limpo (26ºC)

domingo, 8 de janeiro de 2012

Liga Zon Sagres - Leiria x Benfica (14ª Jornada)

Classificação Antes do Jogo
2º Benfica (33 Pontos)
13º Leiria (12 Pontos)

1ª Parte
O Leiria entrou em campo com várias adaptações, como o caso dos centrais Manuel Curto e Marco Soares que actuam normalmente como médios. Usou o ataque posicional como método de jogo ofensivo. Tentaram sempre progredir no terreno através de passes curtos e procurando pacientemente a melhor opção no ataque. Os laterais subiam no terreno sempre que era possível para criar vantagem numérica no meio campo. Defensivamente não pressionavam os adversários, optando por esperar por um erro adversário. Djaniny descaia regularmente para o lado esquerdo o que poderia ser uma forma de desencorajar o Benfica de usar o Maxi Pereira que é o lateral que melhor conduz o ataque.
O Benfica fez o seu habitual futebol apoiado, gozando de muito espaço no sector defensivo devido à passividade defensiva do sector ofensivo do Leiria. No ataque, Rodrigo e Cardozo tiveram muito pouco espaço para jogar entre os 3 centrais do Leiria pelo que não existiram muitas oportunidades para fazer golo.

2ª Parte
O Leiria entrou na 2ª Parte com um sistema mais ofensivo, dando mais responsabilidade ofensiva ao Ivo Pinto e relegando a Tiago Terroso a responsabilidade de fechar o corredor lateral esquerdo. O Benfica gozou do espaço extra no ataque e a constante mobilidade dos jogadores criaram muitos desequilíbrios, acrescidos dos desdobramentos ofensivos de Emerson e Maxi que aproveitaram bem os espaços livres nos corredores laterais. O resultado avolumou-se naturalmente tendo em conta as dificuldades do Leiria em equilibrar o jogo.

Jogadores-Chave
No Leiria, Gottardi foi dos melhores jogadores ao efectuar um conjunto de boas defesas, impedindo o Benfica de aumentar a vantagem. Djaniny, principalmente na primeira parte, mostrou-se muito perigoso no ataque.
No Benfica foi Bruno César quem mais se destacou pela influência no resultado ao marcar 1 golo, fazer 1 assistência e a desmarcar de forma fantástica Maxi que cruzou para o 4º golo.

Substituições
Int - Entra Jô para o lugar de Patrick. O Leiria passa a jogar numa espécie de 1-3-5-2 com Jô e Djaniny mais adiantados e Tiago Terroso a ter de fechar o corredor esquerdo.
70' - Entra Javier Saviola para o lugar de Óscar Cardozo. Troca directa.
78' - Entra Rodrigo Mora para o lugar de Rodrigo. Troca directa.
80' - Entra José Shaffer para o lugar de Elvis. Shaffer fecha o lado esquerdo da defesa.
80' - Entra Rúben Brígido para o lugar de Tiago Terroso. Brígido ocupa o centro do terreno.
80' - Entra Nemanja Matic para o lugar de Javi García. Troca directa.

Golos
9' - Cruzamento de Emerson do lado esquerdo, a bola sobra para Bruno César que ao segundo toque rematou ao 2º poste, sem hipóteses de defesa.
47' - Rodrigo conduz a bola e abre Cardozo do lado direito que à entrada da área remata de primeira ao ângulo.
72' - Bruno César recebe a bola à entrada da área, desmarca Rodrigo na direcção da baliza que desvia a bola de Gottardi e faz assim o golo.
75' - Bruno César lança Maxi Pereira pelo corredor lateral direito que cruza para dentro da área onde Rodrigo, sozinho, remata à vontade para o golo.

Leiria
1 - Gottardi
2 - Ivo Pinto
4 - Manuel Curto
15 - Edson Henrique
16 - Tiago Terroso (8 - Rúben Brígido)
17 - Djaniny
19 - Elvis (35 - José Shaffer)
20 - Marco Soares
21 - Marcos Paulo
80 - Patrick (30 - Jô)
90 - John Ogu

Benfica
1 - Artur Moraes
3 - Emerson
4 - Luisão
6 - Javi García (21 - Nemanja Matic)
7 - Óscar Cardozo (30 - Javier Saviola)
8 - Bruno César
9 - Nolito
14 - Maxi Pereira
19 - Rodrigo (22 - Rodrigo Mora)
24 - Ezequiel Garay
28 - Axel Witsel

Cartões Amarelos: Djaniny (23'), Edson Henrique (42'), Javi García (61') e Luisão (86').

Clima: Céu limpo (14ºC)

domingo, 18 de dezembro de 2011

FIFA Club World Cup 2011 - Santos x Barcelona (Final)

Contexto
O Santos eliminou nas meias-finais o Kashiwa Reysol por 3-1.
O Barcelona eliminou nas meias-finais o Al-Sadd por 4-0.

1ª Parte
O Santos teve muitas dificuldades em manter a posse da bola e apostou claramente nos contra-ataques para poder criar perigo. Apesar de jogarem com 3 centrais, o facto de terem 2 avançados centro fez com que perdessem o meio campo com uma clara inferioridade numérica. Em condições normais, isto é algo que prejudica a capacidade de uma equipa em construir jogo, frente ao Barcelona torna a tarefa quase impossível. No centro do terreno estavam apenas Henrique e Arouca com o Danilo (acabou por ser substituído) e Léo muito colados ao corredor lateral. Defensivamente não pressionaram muito, preocupando-se principalmente em fechar espaços e cortar linhas de passe.
O Barcelona jogou com o seu já habitual 1-3-4-3 com um losango no meio campo que dominou por completo a posse da bola. A grande mobilidade do sector ofensivo e médio fez com que os 2 médios centro adversários não conseguissem acompanhar a bola e fixar a jogada.

2ª Parte
No início desta 2ª parte, a diferença mais significativa em relação à primeira parte foi o facto de Elano ocupar agora uma posição mais central e com Léo mais recuado o que transformou o sistema táctico do Santos uma espécie de 1-4-3-1-2. A vantagem desta alteração foi o Santos passar a ter uma maior ocupação do corredor central com o Barcelona a ter um pouco mais de dificuldades a avançar no terreno por esse corredor, por outro lado abriram mais espaço nos corredores laterais e foi exactamente aí que o Barcelona começou a avançar no terreno e a criar perigo. O domínio da equipa europeia manteve-se com os jogadores sempre no sítio certo para dar linhas de passe ao portador da bola e nas raras vezes que isso não acontecia, era a capacidade individual que vinha ao de cima para desequilibrar a organização defensiva dos brasileiros.

Jogadores-Chave
No Santos, apesar dos 4 golos sofridos, Rafael fez uma exibição bastante razoável na baliza. Ganso foi dos mais influentes no meio campo com uma visão de jogo acima da média.
No Barcelona foi o inevitável Messi a destacar-se no meio de toda a excelência da equipa do Barcelona.

Substituições
30' - Entra Elano para o lugar de Danilo. Troca directa.
55' - Entra Javier Mascherano para o lugar de Gerard Piqué. Troca directa.
78' - Entra Pedro Rodríguez para o lugar de Thiago Alcântara. Troca directa.
78' - Entra Alan Kardec para o lugar de Borges. Troca directa.
82' - Entra Ibson para o lugar de Ganso. Troca directa.
84' - Entra Andreu Fontàs para o lugar de Carles Puyol. Troca directa.

Golos
16' - Messi à entrada da área, descaído para o lado direito, faz uma combinação directa com Xavi e já dentro da área fixa o guarda-redes e pica a bola por cima do mesmo.
23' - Daniel Alves vindo do lado direito aproxima-se da grande área e cruza rasteiro para Xavi que aparece à entrada da área vindo de trás, este tira um adversário do caminho e remata rasteiro para o golo.
44' - Na direita Daniel Alves cruza para Messi que aguenta uma carga, mantém a bola e devolve a Daniel Alves que da linha de fundo cruza com o Rafael a desviar para o meio, Thiago cabeceia, Rafael volta a defender mas a bola sobra para Fàbregas que remata para o golo.
81' - Num contra-ataque, Daniel Alves recebe a bola à entrada da área e passa para Messi que se isola, tira o Rafael do caminho e faz facilmente o golo.

Santos
1 - Rafael Cabral
2 - Edu Dracena
3 - Léo
4 - Danilo (8 - Elano)
5 - Arouca
6 - Durval
7 - Henrique
9 - Borges (19 - Alan Kardec)
10 - Ganso (18 - Ibson)
11 - Neymar
14 - Bruno Rodrigo

Barcelona
1 - Víctor Valdés
2 - Daniel Alves
3 - Gerard Piqué (14 - Javier Mascherano)
4 - Cesc Fàbregas
5 - Carles Puyol (24 - Andreu Fontàs)
6 - Xavi
8 - Andrés Iniesta
10 - Lionel Messi
11 - Thiago Alcântara (17 - Pedro Rodríguez)
16 - Sergio Busquets
22 - Éric Abidal

Cartões Amarelos: Gerard Piqué (38'), Javier Mascherano (70'), Ganso (72') e Edu Dracena (73').

Assistência: 68166 (International Stadium Yokohama)

Clima: Noite (9ºC)

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Euro 2012 Fase de Qualificação (Grupo H) - Chipre x Portugal (6ª Jornada)

Contexto
O Chipre é a única equipa do Grupo H com apenas 4 jogos. Encontra-se neste momento em 4º lugar do grupo com apenas 2 pontos (um deles conquistado contra Portugal na 1ª volta num empate a 4 golos em Portugal) Têm 5 golos marcados e 8 sofridos e estão em 76ª lugar do ranking da FIFA.
Portugal, com 5 jogos, está em 1º lugar com 10 pontos (os mesmos da Noruega e Dinamarca). Têm 11 golos marcados e 7 sofridos e estão no 8º lugar do ranking da FIFA.
Este jogo fica ainda marcado pela polémica envolvendo o central Ricardo Carvalho que abandonou o estágio da selecção sem o consentimento de ninguém da delegação portuguesa.

1ª Parte
Tal como se esperava, o Chipre entrou em campo com uma atitude muito defensiva, defendendo com os 11 jogadores atrás da linha do meio campo fazendo duas linhas de 4 jogadores (eventualmente com os extremos a descerem ainda mais no acompanhamento aos laterais portugueses) e Makridis (enquanto esteve em campo) e Okkas a ficarem mais avançados. O método de jogo ofensivo utilizado foi quase sempre o contra-ataque e eventualmente o ataque rápido. Abdicaram por completo de tentar construir jogo devido há enorme diferença técnica entre ambas as equipas. Okkas era a referência do ataque com quase todas as bolas a irem ter com ele, mesmo que este tivesse de cair nos corredores laterais para procurar espaço. Makridis era o jogador que depois ocupava o lugar deixado vago por Okkas procurando receber a bola em andamento no corredor central para dar seguimento ao contra-ataque. Os extremos também davam seguimento a esses lances mas não tiveram tanta influência devido ao seu posicionamento defensivo bastante recuado. Após a expulsão de Dobrasinovic, o Chipre continuou com o mesmo sistema mas sem um jogador na posição 10.
Portugal utilizou o ataque posicional para tentar chegar ao golo, optando pelo contra-ataque eventualmente mas com pouca eficiência devido ao elevado número de jogadores com que o Chipre defendia. Procurou atacar a toda a largura, utilizando os 3 corredores de jogo apesar de o ataque ser iniciado várias vezes pelos corredores laterais. Moutinho e Rúben Micael estiveram em constante movimento de forma a criar tempo e espaço no corredor central. Os extremos e laterais davam constantemente solução dentro e fora alternadamente em função da posição defensiva dos adversários.

2ª Parte
Não houve alterações nos sistemas de jogo, apenas nas dinâmicas. O Chipre entrou na 2ª parte a tentar surpreender com uma forte pressão no seu último terço ofensivo, criando dificuldades nas primeiras fases de construção do jogo mas passados 5' voltaram à sua forma habitual. Portugal tinha todo o domínio de jogo e tornou-se cada vez menos assertivo tanto no ataque como na defesa. Apesar de todas as alterações relativas às substituições, só de realçar as pontuais trocas de corredor dos extremos de Portugal. Apesar de uma oportunidade de Okkas (foi-lhe mal assinalado fora-de-jogo) que se isolou, Portugal não dava sinais de perder o controlo do jogo e as substituições acabaram por dar um novo ânimo e frescura à equipa (desgastada pela elevada temperatura) que resultou em mais 3 golos. Com um tempo quente, o desgaste era evidente e inevitável e Portugal conseguiu jogar com isso, baixando o ritmo de jogo e controlando a bola fazendo com que o Chipre, com um jogador a menos, se desgastasse no processo defensivo onde houve várias trocas do centro de jogo, de corredor para corredor.

Jogadores-Chave
No Chipre, Okkas foi incansável e apesar dos seus 34 anos correu imenso para dar soluções no início dos contra-ataques e na ajuda à equipa no processo defensivo.
Na selecção portuguesa, os 2 golos e 1 assistência mostram a influência de Ronaldo no jogo e na equipa. Moutinho também foi muito importante na criação de espaços e equilíbrio da equipa.

Substituições
37' - Entra Marios Nicolaou para o lugar de Sinisa Dobrasinovic. Nicolaou vai jogar a médio centro descaído para o lado esquerdo com o Demetriou a ficar descaído para o lado direito. Passam a jogar em 4-4-1.
62' - Entra Nektarios Alexandrou para o lugar de Kostas Charalambides. Troca directa.
62' - Entra Miguel Veloso para o lugar de Rúben Micael. Veloso passa para médio defensivo com Raul Meireles a subir para o lugar deixado livre por Rúben Micael.
75' - Entra Hugo Almeida para o lugar de Hélder Postiga. Troca directa.
79' - Entra Georgios Efrem para o lugar de Demetris Christofi. Troca directa.
84' - Entra Danny para o lugar de Nani. Troca directa.

Golos
34' - Penalti marcado por Ronaldo para o lado esquerdo da baliza com Georgallides a não conseguir chegar à bola.
82' - Recuperação de bola de Coentrão no corredor direito, este vem para o meio e passa para Ronaldo que faz uma combinação directa ao 1º toque com Nani. Já junto à área, Ronaldo dribla um adversário na direcção da baliza e remata cruzado para o golo.
83' - Ronaldo ganha em velocidade a um defesa do Chipre e joga rasteiro para o centro da área onde Hugo Almeida remata tranquilamente para o golo.
91' - Moutinho faz um passe longo para Danny que corria pelo corredor esquerdo batendo a linha defensiva cipriota em profundidade, corta para o meio e praticamente isolado frente a Georgallides marca o golo.

Chipre
1 - Antonis Georgallides
2 - Paraskevas Christou
4 - Giorgos Merkis
9 - Giannis Okkas
10 - Kostas Charalambides (19 - Nektarios Alexandrou)
12 - Constantinos Makrides (15 - Marios Nicolaou)
13 - Demetris Christofi (23 - Georgios Efrem)
18 - Sinisa Dobrasinovic
20 - Andreas Avraam
21 - Savvas Poursaitidis
22 - Jason Demetriou

Portugal
12 - Rui Patrício
2 - Bruno Alves
3 - Pepe
5 - Fábio Coentrão
7 - Cristiano Ronaldo
8 - João Moutinho
15 - Rúben Micael (4 - Miguel Veloso)
16 - Raul Meireles
17 - Nani (10 - Danny)
21 - João Pereira
23 - Hélder Postiga (9 - Hugo Almeida)

Cartões Amarelos: Sinisa Dobrasinovic (16' e 33'), Constantinos Makrides (35'), Rúben Micael (36') e Cristiano Ronaldo (82').

Cartão Vermelho: Sinisa Dobrasinovic (33')

Assistência: 12000 (GSP)

Clima: Céu limpo (30ºC)